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Complexo, Hospital

Programa de estágios do Pequeno Príncipe abre a oportunidade para novas inscrições

Mais de 80 universitários já passaram pela experiência de ser jovem talento e hoje ocupam posições importantes no mercado de trabalho

Quatro jovens totalmente diferentes. Um é alemão e está no Brasil para concluir sua DSC_0131faculdade iniciada em seu país de origem, outro abriu sua própria empresa. O terceiro trabalha para um instituto de reconhecimento nacional e o quarto lidera um setor de captação de recursos por renúncia fiscal de pessoa jurídica. O que eles têm em comum? Iniciaram suas carreiras em um dos maiores programas de estágio do 3º setor no Brasil, foram jovens talentos do Complexo Pequeno Príncipe.

Assim como eles, mais de 80 universitários – entre 17 e 24 anos – já passaram pelo programa desde sua criação, em 2009. Uma nova seletiva ocorrerá a partir dessa segunda-feira, dia 11, quando abrem as inscrições pelo link: https://docs.google.com/forms/d/1SQAYoTbatHTsoPAHMAm_p8L3kjOdI1wq0EajoB6NpVE/viewform?c=0&w=1. Elas se estendem até dia 21 de junho. A ação contempla acadêmicos das áreas de comunicação e marketing, economia, administração e direito, para trabalhar na área de Novos Projetos do Complexo. O setor já viabilizou o engajamento de mais de 2.000 empresas com a instituição.

O estágio propicia o contato direto com executivos e empresas de diferentes segmentos do mercado de trabalho. Além disso, ele oferece a oportunidade aos jovens de contribuir para a nobre causa da saúde infantojuvenil. Por meio da captação de recursos, os jovens auxiliam no processo de conseguir investimentos em pesquisas científicas, com a finalidade de aumentar o percentual de cura de doenças complexas de crianças e adolescentes.

Nils Dehning, Mariah Bittar, Flávia Feliz e Gustavo Bonkoski – os quatro jovens – encontraram no programa a possibilidade de entrar no mercado de trabalho sem experiências anteriores. Hoje eles contam suas histórias de sucesso e incentivam novos participantes a entrar no programa.

 

nilsO alemão

Nils Dehning está somente há nove meses em Curitiba, com o objetivo de terminar sua faculdade de administração e receber um duplo diploma, reconhecido no Brasil e na Alemanha. Quando se inscreveu na campanha de Jovens Talentos do primeiro semestre desse ano, Dehning não encarou o fato de ser estrangeiro como uma dificuldade, mas como um diferencial. Ele contou que achou os curitibanos curiosos e que isso o auxiliou para marcar reuniões e fortalecer o relacionamento com empresários. Para o alemão, trabalhar em Novos Projetos é recompensador. “Estou diante de uma equipe jovem, formada por pessoas que se entendem bem. Nossa função é desafiadora, mas vale a pena, porque a cada dia aprendemos coisas novas e conhecemos lugares diferentes”, relatou Dehning.

 

A empresáriamariah

Mariah Bittar participou da primeira equipe de jovens talentos do Pequeno Príncipe e foi convidada para dar continuidade ao bom trabalho que desenvolveu. Depois de quatro anos trabalhando no Complexo, Bittar decidiu abrir sua própria empresa. A empresária contou que isso só foi possível porque aprendeu uma importante lição quando prestou serviços em Novos Projetos. “Eu entendi que precisava acreditar em mim mesma e nas coisas que eu falava. Aprendi a vender ideias que eu acredito e isso, foi um divisor de águas na minha vida”, relatou Bittar.

 

flaviaA executiva

Flávia Feliz entrou no Complexo Pequeno Príncipe em 2010 e se destacou em sua campanha como jovem talento. Ela nunca teve nenhuma experiência anterior no mercado de trabalho e encontrou no programa a oportunidade de começar a escrever seu currículo. Flávia saiu recentemente do Complexo e agora está trabalhando na área de responsabilidade social de um instituto com reconhecimento nacional. Feliz contou que grande parte de seus aprendizados foram adquiridos no Pequeno Príncipe. “Não existe escola melhor que os Jovens Talentos. O peso do nome da instituição foi fundamental para que eu chegasse onde estou hoje”, relatou a executiva.

 

O lídergustavo

Gustavo Bonkoski foi jovem talento em 2009. Ele contou que antes de participar do programa tinha vergonha de falar ao telefone, até mesmo para pedir uma pizza. Depois de seis anos, Bonkoski lidera uma área de captação de renúncia fiscal e faz contato direto com executivos de todo Brasil. Alguns fatores o motivam a trabalhar na instituição, entre eles “melhorar e fortalecer o Pequeno Príncipe” e ver o resultado de seu trabalho no “sorriso de várias crianças que passam pelo Hospital”, disse o líder.

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