Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe completa 18 anos

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18 anos de ciência para preservar a vida e construir o futuro

Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe chega à maioridade e celebra desafios superados e muitas conquistas
26/04/2024
Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe
O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe tem como um dos seus focos a geração de valor para a sociedade.

O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe completa 18 anos nesta sexta-feira, dia 26 de abril. E ao chegar à maioridade, a unidade do Complexo Pequeno Príncipe celebra desafios superados e muitas conquistas. Em sua história, o Instituto tem se dedicado ao desenvolvimento da ciência e da inovação, guiado pelo direto à vida, à educação e à geração de valor para a sociedade.

“A ciência é muito importante para as novas descobertas e inovações, e imprescindível para nortear políticas públicas, gerar aplicações de valor comercial e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes”, ressalta a diretora-geral do Instituto de Pesquisa, Ety Cristina Forte Carneiro. Ela destaca que outros impactos relevantes são a formação de alta qualidade de novos pesquisadores e docentes e a democratização do conhecimento ao incentivar a produção e publicação científicas.

Confira os destaques de 2023 do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe:

  • 17 pesquisadores principais;
  • 99 pesquisas em andamento; e
  • 76 artigos publicados.

Desafios, conquistas e futuro

Ao olhar para o passado, os desafios estiveram presentes na história do Instituto de Pesquisa, como a falta de valorização da ciência no Brasil. Assim, a contribuição financeira feita por pessoas e empresas tem sido fundamental para que pesquisas sejam realizadas. Nesse cenário, o estabelecimento de parcerias nacionais e internacionais vem sendo primordial para tornar as pesquisas mais sustentáveis e de melhor qualidade.

Diretor-científico do Instituto, Bonald Cavalcante de Figueiredo também salienta a formação de novos pesquisadores nos programas de mestrado e doutorado mantidos em parceria com a Faculdades Pequeno Príncipe. “Foram 18 anos de muitas pesquisas importantes para formar mais de 180 mestres e doutores, inovando, melhorando ou criando novos protocolos aplicados ao diagnóstico, prevenção e tratamento de muitas doenças”, afirma.

E ao olhar para o futuro, ele explica que a medicina personalizada, também conhecida como medicina de precisão, estará no foco das pesquisas. Além disso, os resultados dos estudos precisam beneficiar cada vez mais os pacientes, em um trabalho em conjunto com os serviços do Hospital Pequeno Príncipe. “É necessário demonstrar como os resultados das publicações científicas se encaixam na missão institucional de beneficiar as famílias atendidas no Hospital”, diz o diretor-científico.

É por isso que a medicina translacional é tão importante. “Isso significa levar o conhecimento da bancada para a beira do leito, mas também nos inspirarmos nos desafios da prática clínica para a resolução na bancada. Mesmo que um projeto de pesquisa seja feito somente na bancada do laboratório, ele já tem um foco para aplicação em benefício das pessoas que precisam de tratamentos novos ou específicos, de um novo processo diagnóstico, de técnicas de laboratório”, detalha a diretora de Medicina Translacional do Instituto, Carolina Cardoso de Mello Prando.

Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe
Instituto de Pesquisa é o legado de Pelé

O legado do rei Pelé

O Instituto de Pesquisa também é um legado de Edson Arantes do Nascimento, o rei Pelé, sendo a única instituição do mundo que leva o seu nome, o que contribuiu para a sua visibilidade. “Essa parceria continua viabilizando um sonho a tornar-se realidade. O Instituto começou a funcionar com o objetivo principal de salvar e melhorar a vida de muitas crianças e adolescentes. Com uma equipe de cientistas altamente capacitada, estamos realizando o sonho do nosso rei Pelé. O Instituto é um ‘adolescente’ que tem um futuro maravilhoso com o apoio de toda a comunidade, e vamos, sim, continuar honrando o apoio dos saudosos Pelé e o médico Nilson Santos [um dos entusiastas da criação da unidade do Complexo]”, finaliza a diretora de Relações Institucionais, Mara Lúcia Cordeiro.

O Pequeno Príncipe é signatário do Pacto Global desde 2019. A iniciativa presente nesse conteúdo contribui para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Saúde e Bem-Estar (ODS 3) e Indústria, Inovação e Infraestrutura (ODS 9).

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