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Programa Appam amplia atendimentos por meio do projeto “Reabilitar e Incluir”

Aprovado pelo Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD), do Ministério da Saúde, a iniciativa vai beneficiar pacientes com perda de audição leve e moderada, com deficit neurossensorial, entre outras deficiências

Com o projeto “Reabilitar e Incluir”, a Appam amplia o atendimento a crianças e adolescentes.

O Programa de Apoio, Proteção e Assistência às Crianças e Adolescentes com Mielomeningocele (Programa Appam) – Centro de Reabilitação e Convivência do Hospital Pequeno Príncipe amplia o atendimento a crianças e adolescentes com o projeto “Reabilitar e Incluir”, aprovado pelo Ministério da Saúde por meio do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD). A iniciativa tem o objetivo de qualificar o processo de reabilitação de pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual e/ou múltipla.

A ação amplia as sessões de fisioterapia, além de assegurar atendimentos de fonoaudiologia e terapia ocupacional.  “No ano em que chegamos ao centenário, renovamos nosso compromisso com a saúde infantojuvenil por meio desse projeto, que valoriza a inclusão social, educacional e cultural das pessoas com deficiências¨, comenta a diretora executiva do Hospital Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro.

Resultados

O projeto tem o objetivo de qualificar o processo de reabilitação de pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual e/ou múltipla.

Incorporado à Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro, mantenedora do Hospital Pequeno Príncipe, em 2013, o programa conta hoje com 299 famílias cadastradas. A iniciativa se destaca por oferecer, gratuitamente, todos os atendimentos necessários às crianças e adolescentes diagnosticados com mielomeningocele: sessões de fisioterapia, hidroterapia, psicologia, além de acompanhamento e orientação de assistente social para os pacientes e família e ainda diversas atividades de integração.

Com assistência à saúde, atividades reabilitativas e socioculturais, o Programa Appam também oferece mensalmente o kit de material médico necessário para o tratamento domiciliar e kit de alimentos complementares para famílias em situação de vulnerabilidade. Em 2018, foram realizadas 1.382 sessões de fisioterapia e hidroterapia, distribuição de mais de 246 kits de complementação nutricional, 621 atendimentos sociais, 270 atendimentos da psicologia, fornecimento de 717 kits de materiais hospitalares para cuidado domiciliar de crianças e adolescentes, além da participação de 617 pessoas em atividades culturais.

Iniciativas além dos tratamentos

Realizada no dia 7 de novembro, a 1ª Feira de Produtos e Serviços na Appam foi promovida com o intuito de divulgar e potencializar a comercialização de itens e atividades desenvolvidas por familiares de pacientes atendidos pelo programa. “A formação de redes fortalece as famílias, gera aproximação entre os participantes e potencializa o tratamento e a inclusão dos pacientes”, reitera Ety Cristina Forte Carneiro.

Além da feira, a Appam conta com um mural de classificados, no qual ficam à disposição da comunidade os cartões, fôlderes e flyers dos empreendedores.

 

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