Mudanças climáticas são grande ameaça à saúde da humanidade

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Mudanças climáticas são grande ameaça à saúde da humanidade

O Pequeno Príncipe se une à campanha do Dia Mundial da Saúde e reforça o seu compromisso e responsabilidade para um planeta mais sustentável
07/04/2022
mudanças climáticas
A atenção de hoje reflete em um planeta mais sustentável amanhã.

 

As mudanças climáticas se acentuaram com o passar dos anos, o que fez com que elas se tornassem uma das maiores ameaças à saúde da humanidade. Cenários como grandes tempestades e falta de acesso ao saneamento básico e à água potável se tornam ideais para a transmissão e o agravamento de doenças, vírus e bactérias, que podem afetar de maneira grave a saúde física e mental da população. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já calcula que essas mudanças provoquem cerca de 150 mil mortes por ano, sendo que o número pode dobrar até 2030.

Neste Dia Mundial da Saúde, lembrado em 7 de abril, o Pequeno Príncipe se une à campanha – que em 2022 chama a atenção para o cuidado com o meio ambiente – e reforça o seu compromisso e responsabilidade para um planeta mais sustentável para as futuras gerações. “O planeta Terra é a nossa única casa, e nós, como cidadãos, devemos nos preocupar e agir para que tenhamos boas condições de meio ambiente daqui a 10, 20, 50 anos”, provoca para uma reflexão o diretor-corporativo do maior hospital exclusivamente pediátrico do país, José Álvaro da Silva Carneiro.

Doenças respiratórias e as mudanças climáticas

As doenças respiratórias como gripes e resfriados, pneumonia, bronquite e asma, especialmente nas crianças, estão entre as patologias que têm como um dos fatores de causa as mudanças climáticas. “Isso é um fator preocupante. Ao longo dos últimos anos, temos sentido um aumento considerável de crianças com esse tipo de alteração patológica”, diz o infectologista pediátrico Victor Horácio de Souza Costa Júnior, do Hospital Pequeno Príncipe.

O especialista destaca ainda que até mesmo as doenças já controladas podem voltar a ter grande incidência, como a febre amarela. “Sabemos da influência que o meio ambiente tem no aparecimento de novas doenças. O avanço do homem em áreas que ele não frequentava até então pode trazer o aparecimento ou aumento de casos de doenças como a febre amarela, por exemplo. A interferência de temperatura, poluição do ar pode ser desencadeador de várias doenças nas crianças e em toda a população de maneira geral”, alerta.

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O Pequeno Príncipe é pioneiro em ações ambientais.

Sua atitude pode fazer a diferença

O cuidado com o meio ambiente é imprescindível, visto que também é um cuidado com a própria saúde. Pequenas atitudes individuais e coletivas fazem a diferença e devem constar no cotidiano de toda a população. A atenção de hoje reflete em um planeta mais sustentável amanhã:

  • use a água de forma consciente;
  • economize energia;
  • separe o lixo corretamente;
  • não jogue lixo nas ruas, parques e praias;
  • reutilize embalagens;
  • seja um agente de transformação e compartilhe essas ideias

Referência também no cuidado com o meio ambiente

O Pequeno Príncipe, além de ser referência nacional no atendimento de casos de alta e média complexidade de crianças e adolescentes, também é pioneiro em ações ambientais.  Intensificou sua atuação a partir dos anos 2000, tornando-se o primeiro hospital do país mercúrio zero e o segundo do Brasil a compensar suas emissões de carbono. “Possuímos um conjunto de práticas voltadas ao consumo consciente de água, energia e destinação de resíduos, minimizando o impacto ambiental. Promovemos programas de educação ambiental e ações de preservação”, reforça o diretor-corporativo da instituição, José Álvaro da Silva Carneiro.

O Hospital também instalou painéis fotovoltaicos, substituiu torneiras convencionais por modelo com temporizador e colocou cisternas para captação de água da chuva para reuso. A instituição também possui um projeto que transforma os resíduos orgânicos crus da cozinha do Hospital em adubo orgânico (14 toneladas/ano). A proposta, além de diminuir o percentual de resíduos comuns, utiliza o adubo em uma horta de chás, que produz 9,5kg de ervas frescas por mês, que por sua vez são oferecidas aos pacientes nos lanches.

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