Instituto de Pesquisa completa 16 anos de ciência em prol da vida

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Instituto de Pesquisa completa 16 anos de ciência em prol da vida

Unidade do Complexo Pequeno Príncipe tem desenvolvido, ao longo da sua trajetória, diversos projetos com o objetivo de buscar novos métodos de diagnóstico e formas de tratamento mais assertivas
26/04/2022
instituto de pesquisa
Nos momentos mais desafiadores, a ciência tem se mostrado fundamental para garantir mais saúde, bem-estar, qualidade de vida e esperança de dias melhores para crianças, adolescentes e a população em geral.

 

A ciência é protagonista na história do Complexo Pequeno Príncipe e está no DNA da instituição. Nos momentos mais desafiadores – como os vividos nestes anos de pandemia da COVID-19 –, ela tem se mostrado fundamental não somente no Complexo, mas em todo o mundo, para garantir mais saúde, bem-estar, qualidade de vida e esperança de dias melhores para crianças, adolescentes e a população em geral. E nesta terça-feira, dia 26, o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe completa 16 anos de atuação em prol da vida – e com muitos motivos para celebrar.

“Há 100 anos, foi a união da ciência com o amor às crianças a semente do que é hoje o maior hospital exclusivamente pediátrico do Brasil, o Pequeno Príncipe, também reconhecido como um dos melhores hospitais do mundo. Aliar assistência e pesquisa faz parte da nossa história, e em 2006 ousamos investir em ciência e inauguramos o nosso Instituto de Pesquisa, que tanto tem contribuído para a causa da saúde infantojuvenil e para a sociedade, por meio do trabalho de seus pesquisadores e demais colaboradores”, ressalta a diretora-geral da unidade, Ety Cristina Forte Carneiro.

Ety destaca que, ao longo da trajetória do Instituto de Pesquisa, a equipe tem trabalhado no desenvolvimento de centenas de projetos, com o objetivo de buscar novos métodos de diagnóstico precoce e formas de tratamento mais assertivas, com menores custos. “Assim, alcançamos novas respostas para combatermos doenças complexas, respostas essas que se transformam em chances de vida. É a ciência e a inovação como ferramentas para transformar vidas”, completa ela, que também é diretora-executiva do Hospital.

Aliada para tempos desafiadores

instituto de pesquisa
O Instituto de Pesquisa tem trabalhado com o objetivo de buscar novos métodos de diagnóstico precoce e formas de tratamento mais assertivas.

Nos últimos anos, marcados por crises sanitárias e incertezas, o valor e a importância da ciência e da pesquisa ficaram ainda mais evidentes. “Os últimos tempos foram muito desafiadores. Mas podemos afirmar que a ciência nos trouxe até aqui e será responsável por nos levar adiante. Pois a ciência produz conhecimento, e o conhecimento transforma o mundo”, reforça Ety.

E o Instituto de Pesquisa tem dado a sua contribuição para essa transformação. Atualmente, são cem projetos em andamento em sete linhas de pesquisa, vários deles voltados à COVID-19. Com o apoio da sociedade – que pode contribuir, por exemplo, por meio de renúncia fiscal, doações e participação em eventos, como o Gala Pequeno Príncipe –, o Pequeno Príncipe tem investido nos projetos em andamento e em novas iniciativas, bem como tem adquirido insumos, comprado novos equipamentos com tecnologia de ponta e investido em recursos humanos, assim como na formação de novos profissionais especializados em pediatria, por meio do Programa de Mestrado e Doutorado em Biotecnologia Aplicada à Saúde da Criança e do Adolescente, oferecido em parceria com a Faculdades Pequeno Príncipe.

Confira algumas das pesquisas realizadas nos últimos meses por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe:

  • desenvolvimento de um nanomedicamento que impede o avanço da doença de Parkinson, melhorando a qualidade de vida dos pacientes;
  • criação de curativos bioativos, que podem ser aplicados em diferentes situações clínicas, desde queimaduras até infartos do miocárdio;
  • investigação que comprovou que alguns fatores genéticos e imunológicos são determinantes para que pessoas infectadas pelo SARS-CoV-2 desenvolvam quadros graves de COVID-19;
  • estudo que busca entender qual o motivo de algumas pessoas serem resistentes e não se contaminarem com o coronavírus (SARS-CoV-2); e
  • pesquisa que mostra que a COVID-19 pode afetar a placenta de grávidas e prejudicar bebês.

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