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Pequeno Príncipe realiza Semana do Esporte, Desenvolvimento, Paz e Saúde

Pais e pacientes da instituição puderam participar de práticas de vôlei, futebol de rua, esgrima, basquete, golfe e paredão de escalada

Foram organizadas diversas atividades durante a Semana do Esporte, Desenvolvimento, Paz e Saúde do Pequeno Príncipe.

Em alusão aos dias mundiais do Esporte (dia 6) e da Saúde (dia 7), o Hospital Pequeno Príncipe iniciou na segunda-feira, dia 1º, a Semana do Esporte, Desenvolvimento, Paz e Saúde. As práticas esportivas proporcionam bem-estar e qualidade de vida a todos os meninos e meninas em tratamento na instituição, além de incentivá-los a ter determinação para vencer obstáculos.

O Pequeno Príncipe fomenta a prática esportiva por meio do Programa Gols Pela Vida, que realiza diversas ações lúdicas voltadas ao esporte. Durante a semana, as crianças e adolescentes de todo o Brasil que estão em atendimento na instituição puderam participar de atividades como esgrima, aulas de futebol, vôlei, basquete, golfe e paredão de escalada.

O evento – A Semana do Esporte, Desenvolvimento, Paz e Saúde é promovida pelo Programa Gols Pela Vida e contou com o apoio de empresas parceiras para a realização das atividades esportivas: Instituto Futebol de Rua; Amanda Simeão – esgrimista olímpica; 5.13 Refúgio de Montanha; Instituto Compartilhar; Curitiba Vôlei; e Coritiba Monsters.

Confira alguns depoimentos das empresas que colaboraram para a realização da Semana do Esporte, Desenvolvimento, Paz e Saúde

A atleta Amanda Simeão trouxe um pouco da esgrima para os pacientes e destaca que esporte é saúde “Nós estamos dentro do Hospital e estamos tentando trazer a saúde para as crianças e eu acho que o esporte e a saúde estão muito perto um do outro. A esgrima é uma modalidade que você não precisa ser alto, rápido e ágil, ela tem um pouco de tudo e usa o intelecto da criança. É um esporte que você pode trabalhar em todas as áreas”, destaca. Amanda participa das atividades do Pequeno Príncipe desde 2015, antes de disputar a Olimpíada. “Eu já tive contato com as crianças, visitei uma vez ou outra e ter essa interação com o esporte, com um atleta e poder acompanhar a carreira é legal para eles, mas para mim também, me faz muito bem e me faz acordar para a vida. Eu dou mais valor à vida quando venho aqui”, finaliza.

Alceu de Campos Natal Neto é instrutor e fundador do instituto “Futebol de Rua” e já participou algumas vezes de ações realizadas pelo Pequeno Príncipe “Para nós é uma alegria poder trazer para dentro de um hospital um esporte diferente, que até então é inusitado, trazer a bola que para criança é algo mágico e poder tirar um sorriso deles é gratificante”, afirma.

Luiz Fernando Nascimento é gerente executivo do Instituto Compartilhar e destaca que é um prazer enorme poder realizar um trabalho no Pequeno Príncipe “Aqui é uma local referência em atendimento à saúde infantojuvenil e a gente trabalha também com crianças, mas a partir dos 9 anos. Nós já temos essa expectativa de gerar qualidade de vida e que o esporte não seja só uma oportunidade de prática, mas um hábito para que elas se tornem pessoas com mais saúde. Para nós é uma energia nova, é sempre muito gostoso. Nós saímos daqui muito felizes”, conta.

Clésio Prado é técnico da equipe Curitiba Vôlei e é a segunda vez que ele participa de atividades pelo Hospital “A gente que vive em um ambiente de muita competição. E aqui temos outra visão, outra realidade e nós temos muito orgulho de ensinar o vôlei para as crianças”, conclui.

Daniele Cristina Sauner traz a experiência de fazer escalada pelo terceiro ano para as crianças em tratamento no Hospital. “Para nós é um prazer estar aqui, poder mostrar um pouco do esporte e ajudar essa criançada que fica aqui o dia inteiro, é muito gratificante”. A instrutora também destaca a felicidade das crianças “Mesmo que eles não consigam subir, mas o pouco que eles conseguem já é uma emoção. A alegria deles é contagiante”, finaliza.

 

Valdemar Niclewicz é alpinista e foi o primeiro brasileiro a escalar o monte Everest e pontua que o esporte é importante para todas as pessoas, mas principalmente para as crianças. “Praticando esporte você adquire vários valores, mas principalmente saúde. E com as crianças que estão doentes, o esporte ajuda muito, aumenta a autoestima delas, tira o foco da doença. E eu acho extremamente importante o Pequeno Príncipe dedicar uma semana ao esporte”, conclui.

Fábio Pellanda, técnico do time de basquete Coritiba Monsters, também esteve presente na semana de esportes. “É o segundo ano que venho ao Hospital para esta ação. É uma experiência incrível poder fazer o bem e ajudar, de alguma forma, essas crianças. Para o time é bem importante também, pois assim os meninos podem ter mais noção da realidade, que nem sempre é fácil. Aqui no Pequeno Príncipe, aprendemos a reclamar menos das coisas e ter cada vez mais motivação no dia a dia”, finaliza.

Adair Rocha é presidente da Associação Viver Mais e destaca a importância de participar das semanas de esporte. “Nós já tivemos seis alunos que são ex-pacientes do Pequeno Príncipe. Para nós, é muito legal poder participar da reabilitação das crianças e trazer o esporte como uma possibilidade. Isso as motiva a enfrentar o tratamento e aliviar um pouco a tensão”, reitera.

Golfe – A equipe do Setor de Voluntariado promoveu atividades especiais na área do Minigolfe do Pequeno Príncipe, o primeiro do Brasil em um ambiente hospitalar. Os voluntários foram capacitados por representantes da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe (FPCG) e Confederação Brasileira de Golfe (CBG), parceiros do projeto. A área foi criada também com os apoios de A. Yoshii Engenharia e Instituto Atsushi e Kimiko Yoshii.

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