Viver a infância é imprescindível para o desenvolvimento do indivíduo - Hospital Pequeno Principe

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Viver a infância é imprescindível para o desenvolvimento do indivíduo

Neste Dia das Crianças, o Pequeno Príncipe reforça a importância do olhar sensível de toda a sociedade para a proteção e o cuidado, em todas as instâncias, a crianças e adolescentes
12/10/2021
Neste Dia das Crianças, o Pequeno Príncipe reforça a importância do olhar sensível de toda a sociedade para a proteção e o cuidado da infância.

 

A infância é considerada uma fase crucial de desenvolvimento do indivíduo, tanto na estruturação da área física quanto da psíquica e cognitiva. Por isso, tudo o que for vivenciado, experimentado e estimulado nesse momento proporcionará efeitos na vida adulta da pessoa. Neste 12 de outubro, data dedicada a celebrar a infância, o Hospital Pequeno Príncipe reforça a importância do olhar sensível de toda a sociedade para a proteção e o cuidado, em todas as instâncias, a crianças e adolescentes.

De acordo com o psicólogo Bruno Jardini Mader, do Hospital Pequeno Príncipe, é na infância que a criança vai aprender a relacionar-se com os outros e com si mesma. Nesse período, é crucial oportunizar aos meninos e meninas estímulos, situações e oportunidades de viver aquilo que a fase pede. “E é a partir disso que a criança desenvolve o seu próprio jeito de ser, com pensamentos, ideias e vontades próprias. Assim, pode ter boas relações no futuro, desenvolver a autoestima e respeitar ao próximo”, completa.

O desenvolvimento de uma criança pode ser afetado por aspectos biológicos, relacionais ou ambientais. Devido às restrições impostas pela pandemia do coronavírus, por exemplo, algumas vivências consideradas normais na infância precisaram ser suspensas. Segundo o psicólogo, cada criança reage de uma forma diferente, por isso os casos precisam ser avaliados individualmente. “É importante que os pais ou cuidadores proporcionem espaços de lazer e de convivência de forma segura e saudável, fiquem atentos se o comportamento demonstrado está adequado para a idade e, se necessário, procurar um médico ou profissional de saúde mental”, relata.

O papel da família é essencial na vivência da infância

A proteção e o estímulo são papéis fundamentais da família em relação à criança.

Dois papéis são fundamentais, importantes e complementares: o de proteção e o de estímulo. Confira algumas dicas do psicólogo Bruno Jardini Mader, do Hospital Pequeno Príncipe, de atitudes que a família deve ter para estimular a vivência do “ser criança”:

– não deixar a criança expor-se, fazendo conteúdos inadequados nas redes sociais;

– estar atento sobre situações de bullying, violência ou abuso, e intervir sempre;

– estimular o autocuidado por meio da higiene, alimentação e atividades físicas;

– estabelecer uma rotina com momentos de diversão, socialização, aprendizado e descanso;

– oportunizar situações que a idade proporciona, desde passeios até experiências;

– promover momentos de afeto, com tempo de qualidade e interação entre a família;

– proporcionar atenção, carinho, cuidado, conversa em uma troca afetiva.

Direitos fundamentais

Tudo o que for vivenciado, experimentado e estimulado na infância proporcionará efeitos na vida adulta da pessoa.

Há mais de 100 anos, o Pequeno Príncipe desenvolve uma série de iniciativas em favor da proteção e cuidado integral de meninos e meninas. A instituição adota em sua missão o fortalecimento do núcleo familiar (reconhecendo o papel fundamental da família no cuidado e proteção das crianças), além de apoiar uma prática de corresponsabilidade (família, Estado e sociedade) sobre a proteção e cuidado.

O Hospital também desenvolve projetos e programas baseados em cinco direitos fundamentais:

Direito à educação – por meio do Setor de Educação e Cultura (Educ).

Direito à cultura e ao lazer – atividades lúdicas do Setor de Voluntariado e de eventos culturais do Educ.

Direito à convivência familiar e comunitária – Programa Família Participante: pioneiro, garante a presença continuada de um familiar acompanhante durante o período de internamento.

Direito à liberdade, ao respeito e à dignidade – Casa de Apoio, permitindo o tratamento para famílias sem condições de pagar estada em Curitiba; atendimento ao óbito; benefícios sociais para famílias; e outras iniciativas, como cartilhas e posts em redes sociais com dicas de cuidado com a saúde das crianças.

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