“Transplante hepático e COVID-19” é tema de palestra no Pequeno Príncipe - Hospital Pequeno Príncipe

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“Transplante hepático e COVID-19” é tema de palestra no Pequeno Príncipe

Para iniciar o projeto Pequeno Príncipe Conhecimento, a instituição contou com a presença do cirurgião Rodrigo Vianna, diretor do Miami Transplant Institute (MTI)
12/03/2021
O cirurgião Rodrigo Vianna compartilhou a experiência, ao longo deste um ano de pandemia, do Miami Transplant Institute (MTI) – o maior hospital de transplantes dos Estados Unidos

Reforçando seu pioneirismo no ensino em saúde, o Hospital deu início ao projeto Pequeno Príncipe Conhecimento, que, ao longo do ano, abordará assuntos pertinentes relacionados à assistência e pesquisa aos profissionais que atuam na instituição. Por meio de plataforma on-line, o primeiro encontro virtual teve como tema “Transplante hepático e COVID-19” e foi conduzido pelo cirurgião Rodrigo Vianna, diretor do Miami Transplant Institute (MTI).

Nos Estados Unidos, Miami foi o epicentro da COVID-19 logo após Nova York, com números assustadores entre abril e maio de 2020. Apesar disso, o cirurgião apontou que a diminuição do número de transplantes não foi duradoura. Em média, as cirurgias sofreram queda de sete a oito semanas durante a pandemia.

“Todos identificaram que a insuficiência do fígado ou rim trazia mais risco do que o transplante. Devido à resposta inflamatória, começou a fazer sentido que os pacientes transplantados, especificamente para essa doença, tivessem um quadro mais leve. Rapidamente, os programas começaram a voltar a transplantar”, ressaltou Vianna.

Mesmo durante a pandemia do coronavírus, a equipe do MTI realizou 721 transplantes e não houve aumento na mortalidade após esses procedimentos. Na maior parte dos casos, os transplantes realizados trouxeram resultados positivos, com ganho de sobrevida e mais qualidade de vida dos pacientes.

Dos aprendizados, o cirurgião frisa: “Vamos precisar conviver com esse vírus por, pelo menos, mais um ano; precisamos entender o que fazer para os pacientes testados positivos e para que o transplante possa ser realizado com sucesso; lembrar que eles não vão ter imunoglobulina; prestar atenção na vacinação e se irão desenvolver os anticorpos necessários. Imagino que cada país terá que criar um protocolo próprio”, finalizou.

O encontro virtual contou com a participação de mais de 50 profissionais que atuam no Pequeno Príncipe ao longo da transmissão

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