Talk Show com Pelé reúne apoiadores em prol do Pequeno Príncipe - Hospital Pequeno Principe

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Talk Show com Pelé reúne apoiadores em prol do Pequeno Príncipe

O Rei relembrou histórias marcantes, falou de Neymar e do apoio à causa da saúde. O evento encerrou com leilão de 5 camisas autografadas pelo eterno ídolo do futebol
21/08/2017

 

Pelé é apoiador do Complexo Pequeno Príncipe há mais de uma década.

Mais de 300 pessoas participaram na sexta, dia 18, do Talk Show com o Rei Pelé, organizado pela Rede de Ensino Desportivo, com apoio do Helcio Kronberg Leiloeiro Público Oficial em prol do Complexo Pequeno Príncipe. O Rei abriu a noite contando da sua ligação com a instituição. “Quando joguei no Cosmos eu conheci o Doutor Nilson Santos e há uns 10, 12 anos ele me chamou para participar de um projeto que ele e Mara estavam fazendo com crianças. Eu agradeço ao meu irmão Nilson por essa oportunidade e hoje estou com essa parceria”, relembrou o ídolo do esporte.

Ele doou seu nome para o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe em 2005 e as atividades começaram em 2006. Esse é o único projeto social no mundo a levar o nome do craque.

Atualmente, o Instituto conta com 15 pesquisadores e 91 estudos, divididos em sete linhas de pesquisa, que buscam novos métodos de diagnóstico precoce e tratamentos mais assertivos para doenças complexas da infância.  “A chegada do Pelé nos permitiu ousar na captação e, inclusive, sair do Brasil em busca de recursos”, destacou o diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro.

O apoio do Rei reflete também na assistência, já que o Complexo conta com o maior hospital exclusivamente pediátrico do Brasil, o Hospital Pequeno Príncipe. O craque topou gravar, em 2015, os cinco passos da higienização das mãos, ação essencial para evitar a infecção hospitalar. O vídeo foi exibido no Congresso Mundial de Infecção Hospitalar e também em uma ação interna de sensibilização dos colaboradores.

Talk Show
O bate-papo com o maior atleta do século 20 foi conduzido pelo diretor de redação da Gazeta do Povo, Leonardo Mendes Júnior, que mediou uma conversa descontraída entre o Rei com participação do diretor corporativo do Complexo, que iniciou relembrando uma história vivida no hospital. “Nós estávamos esperando o elevador e quando parou tinha quatro colaboradoras dentro dele e elas não acreditavam que era o Pelé. Foi hilário”, falou Carneiro.

Considerada a maior transferência do futebol atual, a ida de Neymar do Barcelona para o Paris Saint-Germain também foi abordada. “O Neymar aprendeu muito comigo. Agora sem brincadeira, para nós brasileiros é importante que ele esteja em uma posição como essa, de estar entre os melhores do mundo, pelo lado bom do país. Hoje é muito diferente da época em que eu joguei no Santos e no Cosmos. Não é justo comparar, porque hoje é muito diferente. O Neymar é  jovem e precisa fazer o que é melhor para a carreira dele”, defendeu o santista.

O craque ainda brincou com o pequeno Matheus, de 11 anos, que respondeu que viu o Rei jogar em 1958. “Ninguém sabia quem era o Brasil. O repórter da Suécia não sabia onde era o Brasil, eles achavam que era a Argentina. Foi a maior surpresa o Brasil ser o campeão do mundo. Hoje o país tem cinco campeonatos mundiais”, destacou Pelé.

O Rei revelou que, assim como o pai em 1950, não resistiu à eliminação do Brasil em 2014.  “Quando o Brasil perdeu em 1950 eu vi meu pai chorando. Quando o Brasil perdeu a Copa, agora, em 2014, eu me escondi pro meu filho não me ver chorando”, contou.

Mas o otimismo toma conta de Pelé para a próxima Copa, que será realizada na Rússia em 2018. “Acho que o Brasil tem os melhores jogadores do mundo. Eu confio no Tite e acho que ele pode trazer mais um título para o Brasil”, afirmou aproveitando para revelar uma música que fez para celebrar mais uma copa. “O Brasil já carimbou o passaporte pra Moscou. A nossa seleção já se classificou”, cantou. (confira a música na voz do craque).

Leilão em prol da vida
O Talk Show com o Rei Pelé terminou com um leilão comandado pelo apoiador do Complexo Pequeno Príncipe, Helcio Kronberg. “Este é um momento único, diferente de outros leilões, essa é uma oportunidade de fazer uma doação para uma causa nobre, a causa do Pequeno Príncipe”, ressaltou antes de iniciar o leilão.

Foram cinco lotes leiloados com maestria pelo leiloeiro, que garantiu uma disputa acirrada em algumas peças. A iniciativa rendeu R$ 21 mil em doações à instituição. Uma camisa do Coritiba, assinada por todo o elenco e doada pelo clube. Uma camisa oficial do Atlético, doada pelo zagueiro Paulo André. Uma camisa do Paraná doada pelo embaixador do Gols pela Vida, Tcheco, e assinada por todo o elenco. Além do trio de ferro, foram leiloadas uma camisa do Santos, doada pelo técnico e apoiador do Pequeno Príncipe, Levir Culpi, e uma camisa 10 da seleção brasileira.

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