Seminário Internacional de Hanseníase contou com cerca de 150 participantes - Complexo Pequeno Príncipe

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Seminário Internacional de Hanseníase contou com cerca de 150 participantes

O diretor de Pesquisa do Laboratório de Genética Humana em Doenças Infecciosas, da Faculdade de Medicina Paris Descartes e Instituto de Doenças Genéticas (IMAGINE), Alexandre Alcaïs, disse que “o Brasil é o país com maior capacidade organizada em termos de possibilidade de pesquisa. O grande número de casos no país sugere diferentes possibilidades de estudos.”

A  Associação Eunice Weaver do Paraná promoveu, dia 25 de outubro, com apoio do Complexo Pequeno Príncipe, o Seminário Internacional de Doenças Infecciosas – Hanseníase. O evento contou com a participação de cerca de 150 pessoas, entre pesquisadores, estudantes, representantes das Secretarias Municipal e Estadual de Saúde .

O diretor de Pesquisa do Laboratório de Genética Humana em Doenças Infecciosas, da Faculdade de Medicina Paris Descartes e Instituto de Doenças Genéticas (IMAGINE), Alexandre Alcaïs, viajou 36 horas para apresentar o tema Suscetibilidade genética à hanseníase.

Na opinião do especialista, “o Brasil é o país com maior capacidade organizada em termos de possibilidade de pesquisa. O grande número de casos no país sugere diferentes possibilidades de estudos”.  Para o especialista, cruzar o oceano para participar do seminário valeu a pena porque pode abrir possibilidades para novas colaborações em novos estudos.

No laboratório francês, os pesquisadores têm como objetivo, por exemplo, identificar os fatores genéticos determinantes à suscetibilidade a doenças infecciosas comuns.  Além do pesquisador francês, a dermatologista Ewalda von Rosen Seeling Stahlke apresentou um quadro sobre a doença no Paraná.

A coordenadora do Programa de Controle da Hanseníase da SESA, Nivera Stremel, elogiou a iniciativa da Eunice Weaver. “Temos realizados alguns eventos pela SESA, mas inciativas como esta são  importantes para tornar o tema ainda mais popular e é isso que precisamos, tornar a hanseníase mais conhecida e divulgar que é uma doença que tem cura.”

A coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Curitiba, Liza Rosso,  ressaltou que toda formação é imprescindível, visto que “muitas pessoas, inclusive profissionais, não acreditam que ainda existam tantos casos da doenças”.

Para a presidente da Associação Eunice Weaver do Paraná, Ety Cristina Forte Carneiro, a realização do seminário foi um momento muito importante porque além de contribuir para desmistificar o trazer luz ao tema da hanseníase, foi mais um passo da parceria como Complexo Pequeno Príncipe e com outras instituições. “Esse momento consolida uma parceria com o município de Curitiba, o estado do Paraná e o Complexo Pequeno Príncipe, especialmente com o Instituto que é instituição mais recente do Complexo”.

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