Hospital na vanguarda mundial de melhores práticas ambientais

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Pequeno Príncipe segue na vanguarda mundial de melhores práticas ambientais

No nicho dos exclusivamente pediátricos, Hospital é reconhecido como o melhor do planeta em liderança climática, na premiação Health Care Climate Challenge
11/12/2023
melhores práticas ambientais
Hospital Pequeno Príncipe é reconhecido com as melhores práticas ambientais do planeta.

Exclusivamente Pediátrico, o Pequeno Príncipe é o hospital reconhecido como o melhor do planeta em liderança climática. A instituição filantrópica recebeu a classificação OURO na premiação Health Care Climate Challenge, concedida pela Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis. A organização internacional, formada por cerca de 1,9 mil membros de 80 países, realiza anualmente o Desafio de Saúde Climática, que reconhece soluções inovadoras e eficazes de instituições de saúde na redução dos impactos do setor nas alterações climáticas.

O reconhecimento internacional consolida o Pequeno Príncipe no cenário global como líder na implementação de soluções que contribuem para reduzir os impactos nas mudanças do clima. A premiação de 2023 vem seguida de outras duas: Prata em Eficiência Energética (2021) e em Resiliência Climática (2022).

“Esse é um reconhecimento muito especial, e esperamos inspirar outras instituições a também adotar estratégias para proteger a saúde do planeta, porque sabemos que financeiramente não custa muito. No mundo, apenas dois hospitais exclusivamente pediátricos foram premiados nessa categoria, nós e o Seattle Children’s Hospital, e vale ressaltar que o orçamento deles é 40 vezes superior ao do Pequeno Príncipe”, destaca o diretor-corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro Carneiro. A instituição estadunidense foi classificada como Prata na categoria Liderança Climática.

Ao todo, 200 organizações de 18 países participaram do Desafio de Saúde Climática neste ano. Desse total, 48 foram premiadas ao redor do mundo. Na América do Sul, dez instituições foram reconhecidas, cinco delas do Brasil. Do Paraná, somente o Pequeno Príncipe. Os participantes do desafio reportam seus dados com base em três pilares: liderança, resiliência e mitigação. Para este ano, foram introduzidos novos critérios a fim de reconhecer o compromisso constante e as conquistas notáveis relacionadas a ações climáticas.

As instituições brasileiras que também ganharam o prêmio global de clima são: a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein (SP), por Resiliência Climática – Ouro; o Hospital Santa Isabel (SC), o Hospital Jean Bitar (PA) e o Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves (ES), por Mitigação Climática – Ouro.

Melhores práticas ambientais

Signatário do Pacto Global, o Pequeno Príncipe é pioneiro entre as instituições de saúde na implementação de ações ambientais. Em 2013, tornou-se livre de mercúrio – primeiro do Brasil –, implementou a gestão ambiental focando na redução do consumo de energia e água e na de geração de resíduos. Hoje se mantém na vanguarda mundial com a consolidação de novas iniciativas para reduzir e compensar emissões de carbono e de eficiência energética, por exemplo.

O Hospital foi o segundo do Brasil – e o primeiro pediátrico – a neutralizar a emissão de gases do efeito estufa (GEEs) ao promover, em 2019, a quantificação de suas emissões e, a partir de 2021, a manutenção de uma área reflorestada com espécies nativas, de dez hectares, na Reserva Natural das Águas, mantida pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) no município de Antonina, litoral do Paraná. O projeto também atende à adesão da instituição à campanha Race To Zero e ao Programa Empresa Amiga da Mata Atlântica. Ao aderir, as organizações firmam o compromisso de alcançar uma redução de 50% de suas emissões mensuráveis de GEEs até 2030 e zero líquido até 2050.

Na mesma direção, neste ano, a instituição concluiu a migração do Mercado Cativo – em que o transporte e o fornecimento de energia são feitos por uma única empresa, a distribuidora de energia local – para o Mercado Livre, que utiliza fontes renováveis de energia. Além de diminuir as emissões, a transição também garantiu a redução em até 40% nos custos de energia entre maio a novembro de 2023.

Ainda mirando a eficiência energética, o Pequeno Príncipe investiu na instalação de uma usina fotovoltaica, com 283 painéis solares, por meio de um projeto desenvolvido em conjunto com a Companhia Paranaense de Energia (Copel) e com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A medida fez com que o Hospital deixasse de emitir 52.636,4 quilos de gás carbônico para a atmosfera, o equivalente à preservação de 7,2 mil árvores.

O Pequeno Príncipe também se destaca por manter a geração de resíduos hospitalares por paciente abaixo da média nacional que é 15,6 quilos por paciente/dia. Em 2023, o Hospital gerou 8,8 quilos de resíduos (infectantes, recicláveis e comuns) por paciente/dia. Além disso, a instituição possui um projeto que transforma os resíduos orgânicos crus da cozinha do Hospital em adubo orgânico (14 toneladas/ano) para ser aplicado em hortas de ervas frescas usadas para produzir chás que são servidos aos pacientes. A iniciativa conseguiu reduzir o volume da destinação dos resíduos orgânicos ao aterro sanitário de Curitiba.

Ainda na linha de gestão de resíduos, uma parceria com a empresa Badu Design contribui com a reciclagem de tecidos de uniformes, pijamas e cobertas reaproveitados na confecção de produtos upcycling, como nécessaires, ecobags, bolsas térmicas e porta-notebooks. Uma tonelada e meia de materiais foi destinada para produção dos novos produtos, comercializados na loja do Pequeno Príncipe. Outra parceira, a Ester Reciclagem, adquiriu 576 quilos de resíduos eletrônicos e 2,9 mil quilos de sucatas metálicas, gerando recursos que ultrapassaram R$ 1,5 mil com a venda. Antes, o Hospital precisava pagar pela destinação adequada desses resíduos.

A instituição implantou ainda a “Segunda sem Carne” no refeitório que atende colaboradores e acompanhantes de pacientes, substituiu torneiras convencionais por modelos com temporizador e colocou cisternas para captação de água da chuva para reuso. Também realizou a troca dos geradores e do chiller (utilizado em resfriamento de água) por modelos mais modernos e capazes de proporcionar maior economia. Com o mesmo objetivo, substituiu o uso de lâmpadas fluorescentes por tecnologia LED e adquiriu 93 equipamentos de ar condicionado.

Profissionais do Hospital desenvolveram sistemas eletrônicos próprios para controlar o consumo de energia, água, ar medicinal, temperatura do chiller (aparelho de ar condicionado com resfriamento de água) – denominados Manuteh, X-9 e Grafana. Estes controles permitem que a instituição monitore em tempo real, por meio de um painel, o nível desses recursos, horários de maior consumo, bem como detecte falhas de equipamentos elétricos para reduzir o tempo de inatividade de produção, garantindo uma gestão mais eficiente.

“No Pequeno Príncipe, acreditamos que a saúde das crianças, dos adolescentes e de suas famílias está intrinsecamente relacionada à saúde do planeta. Fazer a gestão convencional é a obrigação de qualquer um. Sendo um hospital exclusivamente pediátrico e o melhor ranqueado na América Latina, ir além do que possa ser a determinação legal, precisa ser um compromisso moral. Conservar a natureza com ações sustentáveis gera valor à instituição, mas, principalmente, à sociedade. É um meio de garantir qualidade de vida à presente e às futuras gerações”, conclui José Álvaro Carneiro.

O Pequeno Príncipe é signatário do Pacto Global desde 2019. A iniciativa presente nesse conteúdo contribui para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Ação Contra a Mudança Global do Clima (ODS 13)

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