Pequeno Príncipe completa dois anos de compromisso formal junto ao Pacto Global - Hospital Pequeno Principe

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Pequeno Príncipe completa dois anos de compromisso formal junto ao Pacto Global

Com este engajamento, o Hospital reforça sua atuação por uma sociedade mais sustentável e justa
27/10/2021

Neste mês de outubro, o Pequeno Príncipe celebra dois anos desde que assumiu formalmente um compromisso junto às Organizações das Nações Unidas (ONU) como signatário do Pacto Global e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS). Historicamente, o Hospital vem trabalhando desde 2000 com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Este compromisso também auxilia para a ampliação da cultura organizacional no que diz respeito ao ESG (Environmental, Social and Corporate Governance), um conjunto de boas práticas que busca validar e assegurar o crescimento sustentável, além de evidenciar a preocupação do Pequeno Príncipe com o meio ambiente e o bem-estar social.

“Isso reforça nosso posicionamento perante governos e sociedade civil, como instituição de saúde que amplia seu foco na busca por um mundo melhor para todos e firma nosso comprometimento com esse instrumento de mobilização social”, explica o diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro.

O compromisso junto ao Pacto Global
As iniciativas do Pacto envolvem uma série de metas que os países da ONU se comprometeram a atingir até 2030, a partir de diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, por meio de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras.

Ao se engajar ao Pacto Global, o Hospital, que há mais de um século atua em frentes inovadoras e sustentáveis, vai além, e com ações e parcerias, reforça a sua missão de proteger a criança e o adolescente por meio da assistência, do ensino, da pesquisa e da mobilização social, fortalecendo o núcleo familiar, a partir da expansão com excelência, inovação e sustentabilidade.

“A formalização do Pacto Global contribuiu para intensificar a agenda do Hospital, ampliando ainda mais a percepção e o compromisso de diferentes setores internos, com a causa da sustentabilidade social, econômica e ambiental, bem como de comunicação com a sociedade. Somos uma organização de saúde que vai além, dando uma contribuição concreta na agenda de 2030”, destaca a assessora da direção do Pequeno Príncipe, Thelma Alves de Oliveira.

Esses são os 17 objetivos que abordam os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil e no mundo.

Destaques para algumas atividades desenvolvidas no Pequeno Príncipe (2019 – 2021)
A partir de ações que contribuem para o enfrentamento dos desafios da sociedade, o Pequeno Príncipe atuou nesses primeiros anos como signatário junto a diversas iniciativas privadas e públicas no engajamento em torno dos dez princípios universais, com contribuições ativas em encontros, ações e planejamento.

Assistência na mortalidade infantil: em 2019, o Hospital alcançou um dos menores índices de mortalidade hospitalar da sua história: 0,59%. A UTI Neonatal e o Programa Família Participante são bons exemplos de contribuição deste resultado.

Carbono neutro: O Pequeno Príncipe firmou uma importante parceria com a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), para garantir a compensação de 822 toneladas de carbono emitidas pelo Hospital em 2019, ano base de cálculo para o projeto. Pioneiro em ações ambientais e de mitigação das emissões de carbono, a instituição se torna a segunda entidade de saúde do Brasil a neutralizar a emissão de gases do efeito estufa (GEE).

Redes de articulação: por meio do diálogo com diversas organizações o Pequeno Príncipe dá sequência a iniciativas fundamentais. Para formar conexões com conhecimento especializado em saúde foram desenvolvidas teleconsultorias e a participação em rede de oncologia, como a Amarte, que é apoiada pelo Hospital norte-americano St Jude Children’s Research Hospital. Um exemplo de destaque dos últimos dois anos foi a retomada do transplante hepático infantil que contou com a participação do cirurgião Rodrigo Viana, diretor do Miami Transplant Institute (MIT). Somente no último ano, foram realizados 15 transplantes de fígado. Esta prática amplia acesso e eleva qualidade técnica dos serviços de saúde complexos as crianças e adolescentes.

 

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