Pequeno Príncipe antecipou a não utilização de instrumentos e aparelhos com mercúrio em suas unidades - Hospital Pequeno Príncipe

Notícias

Pequeno Príncipe antecipou a não utilização de instrumentos e aparelhos com mercúrio em suas unidades

Precursora de políticas públicas, a instituição aboliu definitivamente o elemento químico de suas unidades em 2013. Desde o início deste ano, a fabricação, importação e comercialização de produtos que utilizam coluna de mercúrio está proibida no Brasil.
03/01/2019

Desde o dia 1º de janeiro deste ano está proibida, em todo o país, a fabricação, a importação e a comercialização de termômetros e de esfigmomanômetros (aparelhos para verificar a pressão arterial) que utilizam coluna de mercúrio para diagnóstico em saúde. A medida, publicada no Diário Oficial da União em março de 2017, também inclui a proibição do uso desses equipamentos em serviços de saúde, que deverão fazer o descarte adequado.

Ciente da importância dessa medida, o Complexo Pequeno Príncipe implantou, em 2011, o Programa Mercúrio Livre, que objetiva transformar todas as suas unidades em ambientes livres deste elemento químico. A ação faz parte da coalizão internacional Saúde sem Dano, que trabalha para que o setor da saúde seja menos impactante ao meio ambiente, sem comprometer a segurança e o cuidado do paciente.

Para o diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro, um hospital do porte da instituição deve servir de exemplo e antecipar políticas públicas. “Sabendo do mal que o mercúrio faz ao meio ambiente e pode fazer à saúde de todos, fazemos questão de repercutir essa ideia com diversas ações há muitos anos para fazer essa transição cultural com os nossos colaboradores e até mesmo com os responsáveis pelos pacientes – que muitas vezes traziam o termômetro com mercúrio de casa. O Pequeno Príncipe está livre de mercúrio desde 2013. Depois de muito estudo e conversa decidimos não comprar mais o termômetro e aparelho de pressão que tivesse o químico”, comenta.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que a determinação, aprovada pela própria pasta e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cumpre o compromisso assumido pelo Brasil na Convenção de Minamata, que debateu os riscos do uso do mercúrio para a saúde e para o meio ambiente.

A convenção, assinada pelo Brasil e por mais 140 países em 2013, tem como objetivo eliminar o uso de mercúrio em diferentes produtos. A medida, no entanto, não veta o uso doméstico de termômetros de mercúrio para quem já possui o equipamento.

+ Notícias

21/07/2026

Queda de cabelo também pode afetar crianças: saiba como agir

Embora seja motivo de preocupação em pais e cuidadores, a queda de cabelo infantil pode ser revertida e é menos alarmante do que parece
13/07/2026

ECA Digital: o que muda na proteção de crianças e adolescentes na internet?

Nova legislação estabelece responsabilidades para plataformas na promoção de um uso mais seguro da tecnologia
29/06/2026

Como lidar com as expectativas e frustrações das crianças na Copa do Mundo?

A vivência do evento esportivo pode transformar-se em uma experiência educativa
22/06/2026

O que fazer quando o bebê tem cólica?

Na maioria dos casos, esse é um quadro transitório e melhora naturalmente com o crescimento
15/06/2026

O que fazer quando a criança é picada por formiga?

Dor, vermelhidão e coceira são os sintomas mais comuns, mas algumas espécies podem provocar reações alérgicas graves
05/06/2026

Saúde Única: por que saúde humana, animal e ambiental estão conectadas?

No Complexo Pequeno Príncipe, essa visão orienta iniciativas que buscam promover saúde com compromisso com as futuras gerações
Ver mais