Complexo, Hospital

Mães e pacientes atendidos pelo Programa Appam participam de oficina de churrasco

A atividade, realizada em celebração ao Dia das Mães, proporcionou um momento de integração e diversão entre os participantes

O momento foi de integração e diversão entre as mães e pacientes atendidos pelo Programa Appam.

As mães e pacientes atendidos pelo Programa de Apoio, Proteção e Assistência às Crianças e Adolescentes com Mielomeningocele – Programa Appam foram presenteados com uma tarde especial em celebração ao Dia das Mães. O momento de convivência, realizado no sábado, dia 18, contou com uma oficina de churrasco. O objetivo foi de promover integração e troca de experiências entre os participantes.

Além do aprendizado, o grupo teve a oportunidade de saborear o cardápio especialmente elaborado para o encontro e também foi presenteado com cobertores para aquecer nos dias frios desta época. “Foi maravilhoso o evento. Me senti importante por ter um dia dedicado a nós. Meus sinceros agradecimentos por todo cuidado recebido”, pontuou Sirlene Oliveira, mãe do paciente Samuel Oliveira Rocha, 5 anos.

A lição do girassol

Franciane aproveitou a festa ao lado de seu filho Elias.

Neste ano, a decoração teve como tema os girassóis, que representam a felicidade e vitalidade. Quando estão em fase de crescimento, essas flores se inclinam para o sol, porém, quando está nublado elas procuram umas às outras. A ideia foi reforçar o quanto é importante essa integração entre os familiares do Programa Appam. “Na correria do dia a dia, acabamos esquecendo de nós. Mas hoje, quando cheguei e vi a mesa toda colorida, me senti ainda mais acolhida, pois somos uma verdadeira família. Obrigada por pensarem em um dia só para nós, que sei que foi preparado com muito carinho e amor”, agradeceu Franciane de Lima, mãe do paciente Elias de Lima, 2 anos.

Sobre o Programa Appam

O Programa de Apoio, Proteção e Assistência às Crianças e Adolescentes com Mielomeningocele (Programa Appam) – Centro de Reabilitação e Convivência do Hospital Pequeno Príncipe é considerado uma referência, já que oferece fisioterapia e hidroterapia, além das atividades de orientação, acompanhamento e assistência. Em 2017, foram 1.807 sessões de fisioterapia. Fora isso, houve a distribuição de mais de 220 cestas básicas, além de 488 atendimentos sociais, 328 atendimentos da psicologia e o fornecimento de 717 kits de materiais hospitalares para apoio ao tratamento das crianças e adolescentes.

Sobre a Mielomeningocele

Trata-se de uma doença congênita que provoca má formação na coluna vertebral. Esta é uma das mais graves anormalidades do tubo neural, podendo variar do tipo oculto até uma espinha aberta. A mielomeningocele não tem cura, mas com alguns tratamentos específicos é possível garantir uma melhor qualidade de vida para essas pessoas.

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