Um alerta para o combate à hanseníase - Hospital Pequeno Príncipe

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Um alerta para o combate à hanseníase

O Brasil ainda é o segundo país no mundo com maior incidência da doença. Perde apenas para a Índia
26/01/2018

Em alusão ao Dia Mundial de Combate à Hanseníase, lembrado neste domingo, 28, o mês de janeiro foi escolhido para promover informações acerca da doença e reduzir sua incidência. A cada ano, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil registra 30 mil novos casos da enfermidade. O país é o segundo no mundo e perde apenas para a Índia, com 126 mil registros anualmente.

A hanseníase é uma doença infectocontagiosa, crônica, causada pelo Mycobacterium leprae, também conhecido como bacilo de Hansen. “O que percebemos é uma falta de informação e formação sobre essa enfermidade. Mesmo que exista há séculos, a doença ainda é subdiagnosticada”, explicou a dermatologista do Hospital Pequeno Príncipe, Nádia Almeida.

Possíveis sinais e sintomas que podem indicar hanseníase são dormência, formigamentos e queimações localizadas, acompanhadas pelo surgimento de manchas na pele e perda de sensibilidade local. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de gotículas provenientes da fala, espirro ou tosse, por exemplo. “É uma enfermidade desafiadora, pois a pessoa tem que lidar com incapacidade física e também com muito preconceito”, aponta a profissional.

O diagnóstico da doença é clínico, detectado por meio do exame de toda a pele, olhos, palpação dos nervos, avaliação da sensibilidade superficial e da força muscular dos membros superiores e inferiores. “Quanto antes a doença for identificada, maior é a chance de não haver nenhum comprometimento nos membros do corpo e de evitar a transmissão para um maior número de pessoas”, afirma Nádia.

O tratamento se dá com o uso de medicamentos específicos, no período de seis meses a um ano, disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A partir da primeira dose do antibiótico, o indivíduo contaminado já deixa de ser um transmissor. Mesmo assim, é necessário manter um acompanhamento por pelo menos cinco anos para os casos de reincidência da doença.

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