Pulseirinhas de identificação garantem uma temporada de verão mais tranquila no litoral do Paraná - Hospital Pequeno Príncipe

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Pulseirinhas de identificação garantem uma temporada de verão mais tranquila no litoral do Paraná

Além da atenção especial à saúde, pais e responsáveis devem observar a movimentação dos meninos e meninas pela areia para assegurar a segurança dos pequenos
07/01/2019
É preocupante o número de crianças perdidas nas praias do Paraná na temporada 2018/2019. (Foto: AEN)

Dados da Operação Verão Paraná 2018/2019 revelam que, de 21 a 31 de dezembro, foram registrados 168 casos de crianças perdidas nas praias do estado. Nesse período, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros distribuíram 9,5 mil pulseirinhas para ajudar na identificação de meninos e meninas, caso se afastem dos pais ou responsáveis. A medida também é recomendada para idosos ou pessoas com necessidades especiais.

A coordenadora do Serviço de Psicologia do Hospital Pequeno Príncipe, Ângela Bley, lembra que a atenção dos responsáveis é primordial para evitar problemas como esse. “Além das pulseirinhas de identificação, é importante que os pais orientem os filhos a conversar com um policial ou bombeiro se  perceberem que estão perdidos. É fácil identificá-los pelo uniforme. O ideal mesmo é  que elas nunca se afastem dos responsáveis”, comenta.

De acordo com o comandante do 9° Batalhão de Polícia Militar e coordenador Operacional da Operação Verão Paraná 2018/2019, tenente-coronel Rui Nóe Barroso Torres, é preocupante a quantidade de crianças perdidas nas praias. “A distribuição de pulseirinhas é um mecanismo que utilizamos há muito tempo para identificar as crianças. No verão passado tivemos diversos casos de crianças que se perderam de seus pais e responsáveis e graças ao cadastro e utilização da pulseira foram encontradas rapidamente”, avalia.

Situações
Segundo o Corpo de Bombeiros, houve situações em que a criança ficou mais de uma hora esperando pelos pais no posto de guarda-vidas, após serem amparadas pelos bombeiros. Em alguns casos, as crianças foram localizadas a mais de dois quilômetros de distância do local de saída, pois é comum perderem a referência de onde estão e, com a grande quantidade de pessoas e de guarda-sóis na areia, não encontram o caminho de volta.

“Na temporada passada registramos mais de 600 crianças perdidas na praia. As pulseirinhas ajudam a localizá-las, além de outras pessoas que necessitam de acompanhamento permanente. Por isso, reforçamos a necessidade das pessoas aderirem a essa medida preventiva e que tenham atenção ao levar crianças para a areia”, disse o comandante do 8° Grupamento de Bombeiros, tenente-coronel Gerson Gross.

As pulseirinhas de identificação são entregues em pontos específicos dos balneários de toda a orla de Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná. As equipes buscam locais com grande circulação de pessoas. O público pode também obtê-las nos módulos móveis da Polícia Militar ou nos Postos de Guarda-Vidas.

** Com informações da Agência Estadual de Notícias (AEN)

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