Dor na vacinação: saiba minimizar desconforto nos pequenos

Notícias

Como minimizar o desconforto de bebês e crianças na hora da vacina?

Centro de Vacinas Pequeno Príncipe utiliza técnicas e dá dicas de formas para tornar a experiência menos dolorida aos pequenos
15/03/2023
amenizar dor na vacinação
Técnicas na abordagem dos profissionais e também as atitudes dos pais podem minimizar a dor na vacinação.

A imunização é fundamental em todas as idades, mas e quando chega o momento de bebês e crianças se vacinarem? A vacinação pode ser desconfortável para os pequenos, por conta da agulha e da picada. No entanto, é possível minimizar o desconforto e deixar a experiência menos dolorida.

No Centro de Vacinas Pequeno Príncipe, 90% dos atendimentos são pediátricos. Por isso, utilizam-se técnicas para a experiência ser menos dolorida. Segundo a enfermeira Andressa Hoinski, o acolhimento profissional adequado é o primeiro passo para tranquilizar as crianças.

Técnicas para aliviar a dor na vacinação

“No momento da aplicação da vacina para as crianças, o profissional explica, de forma lúdica, como será o procedimento. Além disso, as enfermeiras falam que o líquido são ‘soldadinhos’ que estão ali para proteger”, revela. Também faz parte do acolhimento profissional dizer aos pais sobre a aplicação do imunizante e como ele irá agir no organismo dos pequenos.

Outra forma de minimizar o desconforto da aplicação da vacina é a utilização de dispositivos de manejo de dor, que voltam a atenção para o objeto ou sensação e não para a dor. Um exemplo é a junção de bolsas de gelo e vibração no local onde será inserida a agulha.

Alguns pais utilizam pomadas anestésicas como forma de minimizar a dor das crianças, mas esse não é um método eficaz. No local de aplicação da vacina é necessário realizar a assepsia, que é a desinfecção da pele. Com isso, a pomada aplicada no local é retirada.

“Medicamentos também não são recomendados, pois não possuem efeito anestésico. Até porque o que realmente causa a dor é o líquido aplicado e não tanto a agulha”, completa a enfermeira.

Tipos de imunizantes e relação da dor na vacinação

Muitos pais possuem dúvidas sobre as reações das vacinas, principalmente em bebês. No entanto, grande parte dos imunizantes não causa reação. “Mesmo que a criança tenha algum sintoma, como dor no local da aplicação e febre, não ultrapassa 48 horas. É importante que, sempre após a aplicação de algum imunizante, os pais fiquem acompanhando a criança para avaliar sintomas e reações”, alerta a pediatra e coordenadora do Centro de Vacinas Pequeno Príncipe, Heloisa Ihle Garcia Giamberardino.

As vacinas são divididas em celulares e acelulares, o que impacta diretamente as reações dos imunizantes. A vacina acelular, aplicada na rede particular e no Centro de Vacinas Pequeno Príncipe, é desenvolvida a partir de fragmentos de uma bactéria. Já a vacina celular é produzida com a célula inteira de uma bactéria. “As vacinas acelulares, como as aplicadas no Centro de Vacinas Pequeno Príncipe, provocam reações mais leves, se comparadas às reações das vacinas celulares. Embora os imunizantes sejam produzidos de forma diferente, ambos são eficazes, recomendados e seguros”, pontua a pediatra.

Centro de Vacinas Pequeno Príncipe

O Centro de Vacinas Pequeno Príncipe, referência em imunizações há mais de 20 anos, disponibiliza os imunizantes para todas as faixas etárias – de recém-nascidos até idosos. Funciona de segunda a sexta, das 8h às 19h, e aos sábados, das 8h às 18h, sem necessidade de agendamento. Além disso, também é possível que uma equipe vá realizar a vacinação em casa, mediante agendamento por meio do telefone (41) 3310-1414 ou (41) 3310-1141.

O Pequeno Príncipe é signatário do Pacto Global desde 2019. A iniciativa presente nesse conteúdo contribui para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Saúde e Bem-Estar (ODS 3).

Acompanhe os conteúdos também nas redes sociais do Pequeno Príncipe e fique por dentro de informações de qualidade – FacebookInstagramTwitterLinkedIn e YouTube

+ Notícias

16/04/2024

COVID-19 e dengue são ameaças à saúde das crianças no Brasil

Primeiro trimestre de 2024 foi marcado pela elevação do número de casos e de mortes provocadas pelas duas doenças
11/04/2024

Renúncia fiscal transforma a vida de crianças e adolescentes

Destinação do Imposto de Renda contribui para a equidade no atendimento em saúde a pacientes vindos de todo o país
08/04/2024

Pronon e Pronas: Pequeno Príncipe contribui com consulta pública

Há dez anos, o Hospital elabora, executa e presta contas de projetos desenvolvidos dentro dos programas
07/04/2024

Dia Mundial da Saúde: “Minha Saúde, Meu Direito”

O Hospital Pequeno Príncipe desenvolve uma série de iniciativas em favor da proteção integral de meninos e meninas
02/04/2024

TDAH e autismo: quais são as semelhanças e diferenças?

A identificação da manifestação dos sintomas é crucial para o diagnóstico e tratamento adequados e individualizados
30/03/2024

Como ajudar a criança ou o adolescente com transtorno bipolar?

Por ser uma doença crônica, que não tem cura, o apoio dos pais, familiares e amigos é essencial
Ver mais