À distância, voluntários do Pequeno Príncipe trocam experiências e lembranças marcantes - Hospital Pequeno Príncipe

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    À distância, voluntários do Pequeno Príncipe trocam experiências e lembranças marcantes

    Às vésperas do Dia do Voluntário Paranaense, comemorado em 27 de setembro, conheça a ação Histórias de Gratidão, que aproxima os participantes em tempos de pandemia
    25/09/2020
    A equipe do Setor de Voluntariado do Pequeno Príncipe: amor é a base de todas as atividades.

    Por conta da pandemia, o trabalho voluntário, fundamental para a construção da história centenária do Pequeno Príncipe, está temporariamente suspenso na instituição para garantir a segurança de todos. Mesmo à distância, o comprometimento dessas pessoas que dedicam seu tempo, carinho e habilidades faz a diferença em favor de meninos e meninas de todo Brasil.

    Com a proximidade do Dia do Voluntário Paranaense, comemorado neste 27 de setembro, a instituição celebra o apoio de cidadãos e empresas socialmente responsáveis em prol da saúde infantojuvenil. Para mantê-los ainda mais próximos das rotinas diárias do Hospital, um projeto especial favorece a troca de experiências.

    A ação Histórias de Gratidão, desenvolvida pelo Setor de Voluntariado, fortalece os vínculos entre os participantes e o Pequeno Príncipe neste momento de isolamento social, prevenção e cuidados. Por e-mail ou WhatsApp, os voluntários compartilham lembranças marcantes de suas atuações no cotidiano do maior hospital pediátrico do Brasil. “Nos faz muita falta a presença do voluntário no dia a dia, pois por conta da pandemia eles estão afastados, porém, os laços que nos unem não foram perdidos, buscamos por meios remotos estarmos próximos e falarmos daquilo que nos identifica e aproxima – as histórias que vivemos no Hospital, histórias encantadoras e afetivas, que tanto nos ensinam e nos fortalecem, já que nos inspiram a seguir em frente otimistas na expectativa do reencontro”, observou a coordenadora da área, Rita Lous.

    Construído a partir do sonho de voluntárias da sociedade curitibana, integrantes do Grêmio das Violetas, que deu origem à Cruz Vermelha do Paraná, o Pequeno Príncipe conta, atualmente, com 280 voluntários (afastados no momento do trabalho presencial). Quando estão presentes, são inúmeras as atividades desempenhadas na instituição (veja o quadro que ilustra a reportagem). Em 2019, por exemplo, foram 106.934 atendimentos realizados em ambulatórios, brinquedotecas e enfermarias. “De coração para coração se fazem os caminhos. Não poder ter a presença física de vocês tá fazendo muita falta. A gente tá com muita saudade, mas por outro lado ter o apoio de vocês, as orações, a mentalização, as mensagens de carinho, é muito importante para todos nós. Estão sempre no nosso coração e também de todas as crianças e famílias”, falou a diretora executiva do Hospital, Ety Cristina Forte Carneiro.

    Surpresa para celebrar a data

    Por conta do 27 de setembro, a equipe do Setor de Voluntariado organizou uma ação especial. No sábado (26/9), das 11h às 13h, o estacionamento do Pequeno Príncipe foi transformado em uma grande área de drive-thru. Os  voluntários, devidamente protegidos em seus carros, passavam pelo local para receber um presente em alusão à data. A iniciativa foi emocionante e rendeu uma reportagem exibida na RPC, emissora afiliada Rede Globo no Paraná. Confira!



    Dona Ety sempre é inspiração

    Presidente voluntária da Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro, mantenedora do Complexo Pequeno Príncipe, há mais de 50 anos, Ety Gonçalves Forte é um exemplo inspirador. Com amor e dedicação tornou possível e digno o atendimento hospitalar a milhares de crianças e adolescentes, influenciando a trajetória de gerações de paranaenses e brasileiros.

    Dona Ety: voluntária de coração.

    Para “Dona Ety”, como é carinhosamente chamada por todos, é impossível conter a emoção ao recordar tantas décadas de atividades em prol da saúde infantojuvenil. “Ser voluntário é uma dádiva que recebemos, Quando se preenche as necessidades básicas de alguém, isso sim é dividir o pão. Vou repetir uma frase de Cecília Meireles que me marcou muito: ‘O sonho que se sonha só é apenas um sonho. O sonho que se sonha com muitas pessoas vira realidade’. Agradeço cada um de vocês, que Deus nos abençoe e que todas as crianças que já se foram sejam sempre lembradas com todo carinho”, comentou.

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