Diretor de biobanco de Portugal fala sobre desafios de um banco de tecidos humanos a profissionais do Pequeno Príncipe - Complexo Pequeno Príncipe

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Diretor de biobanco de Portugal fala sobre desafios de um banco de tecidos humanos a profissionais do Pequeno Príncipe

De acordo com Fonseca, os principais desafios para o gerenciamento de um biobanco são: obtenção de material, fiabilidade da informação clínica, follow-up dos doentes, conservação, celeridade nas autorizações éticas, sustentabilidade econômica e política de autorias.

O diretor do Biobanco do Centro Acadêmico de Medicina de Lisboa, João Eurico da DSC_0003Fonseca, falou nesta quinta-feira, dia 31, sobre os desafios de um banco de tecidos humanos para pesquisa. O assunto foi abordado em uma palestra no Complexo Pequeno Príncipe voltada a profissionais do Hospital, do Instituto de Pesquisa e acadêmicos da Faculdades Pequeno Príncipe.

De acordo com Fonseca, os principais desafios para o gerenciamento de um biobanco são: obtenção de material, fiabilidade da informação clínica, follow-up dos doentes, DSC_0095conservação, celeridade nas autorizações éticas, sustentabilidade econômica e política de autorias. “Apesar dos desafios, os benefícios de um biobanco para a medicina são imensuráveis. Essas amostras de sangue, saliva, ossos permitem estudos que buscam prognósticos, diagnósticos e novos tratamentos para doenças.”

O Biobanco do Centro Acadêmico de Medicina de Lisboa foi criado em 2008 e integra o Instituto de Medicina Molecular de Portugal. Hoje, conta com mais de cem mil amostras de sangue, saliva e ossos humanos. As áreas mais representadas são oncologia, reumatologia, neurologia e cardiologia.

O que é um biobanco?
É uma estrutura que acolhe e armazena uma coleção de amostras biológicas doadas voluntariamente para fins de investigação biomédica. Com essas amostras é possível realizar estudos detalhados sobre várias doenças.

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