Dia Internacional da Síndrome de Down: estímulos garantem qualidade de vida e o desenvolvimento de inúmeras potencialidades - Hospital Pequeno Príncipe

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Dia Internacional da Síndrome de Down: estímulos garantem qualidade de vida e o desenvolvimento de inúmeras potencialidades

Em 2018, a data, lembrada neste 21 de março, também tem o objetivo de mostrar a importância da inserção social e do atendimento em saúde com qualidade para assegurar o bem-estar das pessoas diagnosticadas com a trissomia 21
21/03/2018
Os estímulos são fundamentais para o desenvolvimento das crianças diagnosticadas com a trissomia 21.

Superar preconceitos e ter acesso a um bom atendimento em saúde são os grandes desafios no Dia Internacional da Síndrome de Down, lembrado em 21 de março. No Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há cerca de 300 mil pessoas com essa alteração genética – chamada de trissomia 21.

Com diversos exames clínicos, o diagnóstico é possível ainda na gestação e torna-se fundamental para assegurar a qualidade de vida da criança. “Sabemos que os indivíduos com Down têm um déficit intelectual. Mas, por outro lado, também existem algumas doenças que podem acompanhar a síndrome, como por exemplo, a malformação cardíaca, o hipotireoidismo, problemas gástricos e perda auditiva. Tratar essas questões com antecedência auxilia no bem-estar dos meninos e meninas”, explica o neurologista pediátrico do Hospital Pequeno Príncipe, Alfredo Lörh.

Para a coordenadora do Serviço de Psicologia da instituição, Angela Bley, os estímulos são essenciais e devem ser feitos o quanto antes. “Ao contrário do que se pensa, não existem graus da Síndrome de Down, mas há crianças que foram estimuladas e aquelas que não receberam o acompanhamento correto. É essencial que os meninos e meninas com a anomalia se sintam seguros, capazes e aceitos no ambiente familiar”, aponta.

Em 2018, a data quer reforçar a contribuição das pessoas com trissomia 21 para a comunidade, além de ressaltar a necessidade de um bom acompanhamento clínico para garantir o bem-estar e desenvolvimento aos cidadãos diagnosticados com a alteração genética.  “A criança com a anomalia tem a mesma necessidade que as demais. Ela precisa brincar, criar vínculos e ser valorizada. Devemos tomar cuidado para não fomentar as limitações, mas chamar atenção para as potencialidades”, afirma a psicóloga.

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