Atenção à saúde de crianças e adolescentes com albinismo - Hospital Pequeno Príncipe

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Atenção à saúde de crianças e adolescentes com albinismo

Em 13 de junho, é lembrado o Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo. Acompanhamento no Pequeno Príncipe será ampliado a partir de julho, com consultas dermatológicas
13/06/2015
Campanha promovida pela Asociación de Ayuda a Personas com Albinismo (ALBA) para o Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo.
Campanha promovida pela Asociación de Ayuda a Personas com Albinismo (ALBA) para o Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo.

Um alerta está sendo feito neste sábado, dia 13, em todo o mundo: pessoas portadoras de albinismo precisam ter um cuidado redobrado com a sua visão. Além disso, a precaução deve ser estendida à pele. Por isso, o acompanhamento médico com um oftalmologista e um dermatologista é extremamente importante. Neste ano, está sendo lembrado pela primeira vez o Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo.

A prevalência mundial do albinismo é de um caso para cada 20 mil pessoas. A condição é hereditária e provoca alteração em genes ligados à melanina, responsável pela coloração da pele e dos cabelos, por exemplo. Quem tem a disfunção pode ter problemas visuais graves, sofrer queimaduras solares – principalmente na infância – e é mais suscetível ao câncer de pele.

No Hospital Pequeno Príncipe, os casos de albinismo começam a ser atendidos quando os pacientes procuram o Serviço de Oftalmologia. Depois, é feita uma análise genética de cada menino e menina no Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, como parte de um estudo realizado na unidade de investigação científica do Complexo Pequeno Príncipe. A partir de julho, os pacientes farão também o acompanhamento dermatológico no Serviço de Dermatologia do Hospital.

Saiba mais sobre o albinismo
– O albinismo é uma condição hereditária.
– A sua prevalência mundial é de um caso a cada 20 mil pessoas.
– Na África, a prevalência é de um caso para cada 7 mil indivíduos. Em algumas tribos africanas, chega a um para cada 1.500.
– Pessoas portadoras de albinismo podem ter problemas visuais graves e são mais suscetíveis ao câncer de pele.
– Cerca de 30% dos albinos não são capazes de conduzir suas atividades da vida diária de forma independente, devido às alterações visuais.
– A pele dos portadores de albinismo sempre queima no sol, nunca bronzeia. Eles sofrem com queimaduras solares, principalmente na infância.

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