26 de julho: Dia dos Avós - Hospital Pequeno Príncipe

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26 de julho: Dia dos Avós

Eles exercem grande influência afetiva e cultural na vida dos netos. Por conta disso, essa data está recheada de razões para comemorar
26/07/2016

DSC_0013Mãe em dobro, pai em dobro. A figura dos avós é uma das mais queridas e respeitadas nos núcleos familiares. Isso acontece, principalmente, em virtude da grande influência afetiva e cultural que eles exercem na vida dos netos. Para comemorar e agradecer tanto carinho e atenção, nesta terça-feira, dia 26, é celebrado o Dia dos Avós.

No Hospital Pequeno Príncipe, muitas crianças são acompanhadas por seus avós. Lis Maria Zanardini, de quatro anos, veio de Rondonópolis, Mato Grosso, e já está há aproximadamente três meses em tratamento na instituição. Para passar por esse momento tão delicado com muitos sorrisos e histórias, ela conta com uma ajudinha extra. Além de sua mãe Regiane Zarnardini, sua avó Rute Zanardini também compartilha o tempo ao seu lado.

Para Regiane, esse apoio é essencial. “A relação entre elas é perfeita. É muito bom contar com a minha mãe e saber que ela tem prazer em me ajudar. Ela praticamente se anulou para estar aqui, e deixou a Lis como prioridade. É um amor muito profundo”, aponta. Rute se dedica à neta com alegria. “Ela é como uma extensão de mim. Estou aqui para cuidar dela e da minha filha também”, relata.

O psicólogo do Hospital Pequeno Príncipe, Bruno Mader, explica esse vínculo. “Os avós dão suporte na tarefa de tomar conta das crianças. A partir de um relacionamento mais flexível e menos autoritário, eles também educam e ajudam a construir a personalidade dos netos. Com o sobrenome, trazem identidade e fazem com que os pequenos se sintam pertencentes a uma família”, ressalta. Mader também destaca que, hoje em dia, as crianças trocam experiências com os avós. “Ao mesmo tempo em que os eles falam sobre coisas que viveram no passado, os netos podem ensiná-los como lidar com as novas tecnologias, por exemplo”.

Lis Maria garante que ajuda a vovó nessa difícil missão. “Eu falo para ela como colocar a senha do celular e também ensino a brincar de joguinho no computador. Às vezes, a gente se maquia e faz penteado, brincamos de casinha e ela me conta como rezar”, exemplifica.

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