Dia do Voluntário Paranaense: Pequeno Príncipe celebra o comprometimento de cidadãos que fazem a diferença em prol da saúde infantojuvenil - Hospital Pequeno Príncipe

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Dia do Voluntário Paranaense: Pequeno Príncipe celebra o comprometimento de cidadãos que fazem a diferença em prol da saúde infantojuvenil

Desde sua criação, em 1919, o Hospital conta com a dedicação de voluntários que compartilham seu tempo e amor com os pacientes atendidos pela instituição
27/09/2017
O trabalho voluntário faz parte da história de quase um século do Pequeno Príncipe.

Neste 27 de setembro, Dia do Voluntário Paranaense, o Pequeno Príncipe presta uma justa homenagem a homens e mulheres que  disponibilizam seu tempo, amor e talento em benefício das crianças e adolescentes atendidos pela instituição. Desde sua criação, em 1919, a ação voluntária está presente na história quase centenária do maior hospital exclusivamente pediátrico do Brasil.

Apenas em 2016, o Pequeno Príncipe contou com 1.415 voluntários, que realizaram 4.280 visitas e 65.285 atendimentos. “Os voluntários têm papel fundamental no Hospital, pois proporcionam aos pacientes o essencial à infância: o brincar permeado de carinho e alegria, potencializando o que há de melhor em cada um para que a familiaridade e confiança na instituição estejam em favor da saúde”, avaliou a coordenadora do Setor de Voluntariado, Rita Lous.

Os voluntários exercem muitas atividades – que vão desde a higienização dos brinquedos até o serviço de odontologia. “Voluntários são pessoas que doam de si por vontade própria, em favor de uma causa na qual acreditam. Eles agem pelo coração por meio da razão, beneficiando a si mesmos e aos outros. Quando a escolha é verdadeira, se compartilha os bons sentimentos naturalmente”, completou Rita Lous.

Experiências
Para quem vive na prática a experiência, os resultados são muito positivos. “Cada semana é uma nova vivência, é uma nova lição de vida”, explicou Antonio Gagliano Junior, voluntário do Pequeno Príncipe há um ano.

Ingra atua há 13 anos na instituição e é apaixonada pelo trabalho voluntário.

Há 13 anos na instituição, Ingra Sonza Alberti coleciona inúmeras lembranças afetivas. “Tem um paciente que se chama Gustavinho, ele ficou muitos anos aqui com a gente. Com o passar do tempo ele teve alta, daí um dia retornou para fazer exames e, quando me viu, ficou todo feliz e eu mais ainda. Amo trabalhar aqui, espero ansiosamente pelo meu dia todas as semanas”, disse.

Voluntária há um ano no Pequeno Príncipe, Berenice Bertoldi resume o sentimento de fazer parte deste time do bem: “Sempre achei clichê a frase, mas é exatamente o que acontece: você mais recebe do que dá em troca”, avaliou.

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