Transplante de Medula Óssea

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A Unidade de Transplante de Medula Óssea (TMO) do Hospital Pequeno Príncipe conta três leitos distribuídos num espaço de 175 metros quadrados.

Pequeno Príncipe inaugura unidade de Transplante de Medula Óssea (TMO)

Em agosto de 2011, um menino de 6 anos foi o primeiro paciente a receber transplante de medula óssea na Unidade de TMO do Hospital Pequeno Príncipe, cuja implantação e operação têm o apoio da população e de empresas

Mais de 150 pessoas e empresas doaram e continuam doando recursos para a implantação e operação da Unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital Pequeno Príncipe. Com três leitos distribuídos num espaço de 175 metros quadrados, a nova unidade começou a operar em agosto de 2011. Uma unidade de TMO é um equipamento de saúde caro, na implantação e na manutenção. Uma das razões é que, para fazer frente ao elevado grau de comprometimento do sistema imunológico dos pacientes submetidos ao transplante, é preciso reduzir ao máximo as possibilidades da presença de bactérias, o que exige, entre outros cuidados, que todo o ar que circula no seu interior seja filtrado. Além disso, para impedir que cada vez que se abra a porta o ar externo entre, é preciso que a pressão de dentro seja sempre maior que a de fora. Com os cuidados que foram tomados, a nova unidade do Hospital pode operar normalmente e receber entre 15 e 30 pacientes para transplantes autólogos (em que a medula transplantada é retirada do próprio paciente) por ano.

Criança de Guarapuava é a primeira a receber transplante de medula no Pequeno Príncipe

Nicolas Motyl, de 6 anos, que mora em Guarapuava- PR, foi a primeira criança a receber um transplante de medula óssea na Unidade de TMO. O transplante ocorreu em 11 de agosto de 2011, pouco mais de uma semana após o internamento. Nicolas teve alta no dia 27 do mesmo mês. O diagnóstico, feito em 2010, indicou que o garoto estava com linfoma de Hodgkin, uma forma de câncer que se origina nos linfonodos (gânglios) do sistema linfático. Logo após o diagnóstico, teve início o tratamento de químio e radioterapia, que prosseguiu até dezembro daquele ano. Porém, em maio de 2011, a doença voltou. Por isso, Nicolas precisou de novas sessões de quimioterapia e do transplante de medula. O transplante de medula óssea é um tratamento de alta complexidade, indicado para pacientes com alguns tipos de câncer e outras doenças graves do sangue. Consiste na substituição da medula doente por outra saudável, por meio de uma técnica de transfusão de sangue.

Agora, pacientes podem continuar seus tratamentos no Pequeno Príncipe

Da média de 120 novos casos de crianças e adolescentes com problemas oncológicos e hematológicos que o Hospital Pequeno Príncipe recebe anualmente, cerca de 20% têm indicação de transplante de medula. Até o início da operação da Unidade de Transplante de Medula Óssea, quando o diagnóstico indicava a necessidade de realizar o transplante, o paciente era transferido para outros hospitais. Desde agosto de 2011, com o início da operação da Unidade de TMO, os pacientes podem continuar o tratamento no próprio Pequeno Príncipe.

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