Na data em que é lembrado o Dia Internacional de Luta Contra o Câncer na Infância, 15 de fevereiro, o Hospital relembra ações de combate à doença e apresenta iniciativas que desenvolve em prol da saúde infantojuvenil
O câncer é a primeira causa de morte por doença, 8% do total, entre crianças e adolescentes de um a 19 anos, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca). Estima-se ainda que ocorrerão cerca de 12.600 novos casos da enfermidade em meninos e meninas, no Brasil, neste ano. Porém, sabe-se que com o diagnóstico precoce, a chance de cura aumenta em até 80%.
Diante desse cenário, o Hospital Pequeno Príncipe – que durante 49 anos firmou-se como o maior Serviço de Oncologia do Paraná, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde – investe permanentemente em qualificação profissional e na melhora da infraestrutura hospitalar. Entre 2013 e 2016, por exemplo, foram aproximadamente R$ 20 milhões captados por meio de leis de incentivo fiscal, emendas parlamentares e doações.
Os recursos resultaram na ampliação do Ambulatório da Oncologia e do Serviço de Transplante de Medula Óssea. Além disso, a instituição capacitou sete profissionais em organizações internacionais e lançou publicações, entre elas um manual sobre o câncer infantojuvenil, com o propósito de disseminar o conhecimento e empoderar a sociedade.
Oncologia no Pequeno Príncipe
A instituição registra por ano em média cem novos casos crianças e adolescentes com câncer. Recebe cerca de 16 mil meninos e meninas por mês nas emergências, onde são identificados muitos novos casos da doença. Meninos e meninas de diferentes partes do Brasil também são atendidos pelo serviço.
Além da equipe exclusiva de Oncologia, o Hospital possui outras 31 especialidades, entre elas Ortopedia e Neurologia. Isso contribui no diagnóstico e tratamento multidisciplinar da enfermidade. O Pequeno Príncipe também conta com o apoio de psicólogos e assistentes sociais que acompanham as crianças e seus familiares durante o tratamento.
Confira algumas ações já realizadas pela instituição de combate à doença e algumas iniciativas que estão sendo desenvolvidas em prol da saúde infantojuvenil:
Ação já realizadas: – Ampliação do Serviço de Transplante de Medula Óssea: em 2016, o Serviço de Transplante de Medula Óssea foi ampliado com recursos captados via Renúncia Fiscal por meio do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON). Com as obras, o número de leitos foi mais que triplicado – passando de três para dez acomodações, o que fará com que a capacidade de realização de transplantes triplique, gradativamente.
– Projeto Saber + Participar Melhor: com o propósito de disseminar o conhecimento, em 2016, o Hospital lançou publicações para auxiliar no cuidado integral das crianças e adolescentes. Entre elas, um manual que busca orientar, confortar e auxiliar nas rotinas e hábitos adequados aos limites e possibilidades do câncer infantojuvenil.
– Ampliação e revitalização do Ambulatório de Oncologia: em 2015, a instituição ampliou o Ambulatório de Oncologia, com recursos provenientes do Instituto Ronald McDonald e de outras empresas apoiadoras. A área também recebeu um novo consultório e reformas nos postos de enfermagem, recepção e banheiros. A instalação do sistema de troca, renovação e climatização de ar complementam as ações de infraestrutura promovidas ao espaço.
Ações em andamento: – Centro de Diagnóstico Oncológico Avançado Pequeno Príncipe: A inauguração do centro, projeto já aprovado pelo PRONON em 2014, resulta na maior precisão e suporte no diagnóstico, prognóstico e tratamento do câncer em crianças e adolescentes. Na nova área também serão oferecidos importantes exames, como imunofenofenotipagem, anatomia patológica (hibridização e diagnóstico molecular), cariotipagem, entre outros.
– Formação Continuada: projeto aprovado e captado pelo PRONON em 2015. Consiste na instalação de um Laboratório de Simulação Realística e oferta de cursos para a equipe clínica e multiprofissional do Serviço de Oncologia. Com isso, objetiva a formação continuada dos profissionais com o uso de tecnologias cada vez mais avançadas.
Criar um ambiente onde a criança possa explorar diferentes interesses, sem pressão, mas com incentivo, é um passo importante para o desenvolvimento integral
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