Telepediatria do Pequeno Príncipe é destaque em audiência pública

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Pequeno Príncipe é destaque em audiência pública sobre telepediatria

A instituição já realizou mais de 4 mil teleconsultas em diferentes especialidades pediátricas
24/05/2022
telepediatria
Foto: Dálie Felberg/Alep

A pandemia de coronavírus acelerou o uso da telemedicina no Brasil. O Pequeno Príncipe  adotou a modalidade neste período e compartilhou nesta terça-feira, dia, 24, em uma audiência pública da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) como é o uso de telepediatria na atenção primária e no ambiente hospitalar.

Durante a reunião, com a Comissão de Saúde Pública da ALEP, representantes da instituição falaram sobre a implantação e a importância desta modalidade para a manutenção do cuidado e dos acompanhamentos rotineiros para crianças e adolescentes e os projetos em andamento. “Com o uso de tecnologias de informação, que agregam qualidade e velocidade, os médicos podem tomar decisões com maior agilidade e precisão e acessar os exames de qualquer lugar do país, utilizando computadores e dispositivos móveis, conectados à internet”, ressaltou o diretor-corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro.

O maior hospital exclusivamente pediátrico do país iniciou oficialmente em 2021 seu Serviço de Telessaúde. Desde então já realizou mais de 4 mil teleconsultas em diferentes especialidades pediátricas. “Eu gosto da palavra telepresença, onde se alia conhecimento, tecnologia e a presença dos profissionais para levar a medicina mais longe e dar oportunidade de acesso a todas as crianças, no caso da nossa instituição”, concluiu o diretor-corporativo.

O TytoCare na telepediatria

tyto

O Pequeno Príncipe também conta a tecnologia TytoCare como aliada na telepediatria. O aparelho permite medir a temperatura e aferir a frequência cardíaca do paciente, fazer ausculta do coração, pulmões e região abdominal. Além disso, gera imagens da garganta, do ouvido e da pele.

“Imagina um paciente ter que se deslocar até mil quilômetros para fazer uma consulta ou pegar uma receita? Esse dispositivo é um ótimo aliado nesses casos, por exemplo” contou a coordenadora do Serviço de Telemedicina do Hospital Pequeno Príncipe, Rafaela Wagner.

“Claro que a medicina não pode ficar indiferente à tecnologia, mas ela depende das mãos de quem usa. Por isso, o aparelho deve trazer qualidade, experiência e possibilidade de acesso. Uma grande oportunidade de integração no SUS, afinal o Brasil é um país de desigualdades e isso vai fazer com que toda a população possa ter acesso à saúde”, disse o diretor-técnico do Hospital, Donizetti Dimer Giamberardino Filho.

Participações

Além dos representantes do Hospital Pequeno Príncipe, estiveram presentes na reunião o presidente do grupo de trabalho e deputado, Dr. Batista, a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes, a coordenadora do Núcleo Estadual de Telessaúde, Jaqueline Finau, e os deputados Guto Silva, Luciana Rafagnin e Maria Victoria.

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