Hospital Pequeno Príncipe oferece opções de cultura para crianças internadas. - Hospital Pequeno Príncipe

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    Hospital Pequeno Príncipe oferece opções de cultura para crianças internadas.

    O grupo Malasartes dedicou 45 oficinas para a contação de histórias populares
    18/07/2013

    O Hospital Pequeno Príncipe é reconhecido pelo tratamento integral a crianças e adolescentes. Neste primeiro semestre do ano, um dos projetos que chamou a atenção foi o Pipoca de Histórias, desenvolvido especialmente para a nossa instituição. O grupo Malasartes dedicou 45 oficinas para a contação de histórias populares a crianças e adolescentes internados. Por meio de apresentações teatrais e musicais pacientes foram contagiados pela magia da música e das histórias. Aprendizado garantido por meio da cultura.

    O projeto Pipoca de Histórias foi viabilizado por meio da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura e patrocinado pela empresa JMalucelli. Atingiu mais de 1.700 crianças, adolescentes e familiares de janeiro a julho deste ano.

     O projeto:
    O Pipoca de Histórias, elaborado pelo Grupo Malasartes – Educação Sensível, consiste em contação de histórias populares por meio de apresentações teatrais e musicais nos quartos e em outras dependências do Pequeno Príncipe.

    Uma das linguagens utilizadas é um carrinho de pipoca, que em seu trajeto oferece histórias diversas para entreter e despertar a imaginação dos pacientes. Segundo Luís Teixeira, coordenador-geral do grupo, “as pipocas-histórias são doces, salgadas, apimentadas, carameladas, e tantas outras, capazes de atiçar o apetite e atender o gosto de cada freguês”.

    A metáfora com a pipoca, que estoura quando aquecida, visa a despertar o entusiasmo nos pequenos, fazendo com que “as flores-pipocas desabrochem e revelem suas histórias. Este jogo simbólico, que traz o alento para a transformação, aquece também a alma de cada criança e repercute internamente”, complementou.

    Malasartes Educação Sensível
    O Grupo Malasartes – Educação Sensível desenvolve montagens teatrais, oficinas lúdicas e temáticas, contação de histórias, rodas de leitura e núcleos de estudo para crianças e jovens de escolas e projetos sociais, educadores e outros profissionais de instituições de ensino. Atua em espaços públicos, escolas, casas de leitura, hospitais, centros de cultura, entre outros pontos.

    “ Nossa origem remonta a projetos culturais autônomos levados de forma itinerante a diversos locais. Em mais de 15 anos, foram milhares de crianças atendidas, centenas de apresentações e oficinas, incontáveis oportunidades de intercâmbio com educadores”, disse o coordenador.

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