Diagnóstico precoce aumenta as chances de cura do câncer infantojuvenil
Por conta do Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil (23/11), o Hospital Pequeno Príncipe, referência há mais de cinco décadas em oncopediatria, reforça a importância da observação de sintomas que exijam a avaliação médica, sobretudo nesta fase de pandemia
Neste 23 de novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil, o Hospital Pequeno Príncipe, referência em oncopediatria há mais de cinco décadas, reforça a importância do diagnóstico precoce, especialmente nesta fase de pandemia. O medo e as incertezas provocadas pelo coronavírus não podem colocar em risco a saúde dos nossos meninos e meninas.
Ações em favor da saúde infantojuvenil – Por conta do Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil (23 de novembro), o Hospital Pequeno Príncipe lançou uma página especial com informações importantes sobre o assunto.Há ainda uma cartilha sobre câncer infantojuvenil, disponibilizada gratuitamente para download. A iniciativa faz parte do Projeto Saber + Participar Melhor.
Em linhas gerais, todo e qualquer sintoma estranho deve ser levado a sério pelos pais, responsáveis e cuidadores, que devem procurar imediatamente um pediatra. O INCA estima que, em 2020, sejam diagnosticados no Brasil 8.460 novos casos de câncer infantojuvenil. “O diagnóstico precoce é muito importante para o tratamento e é o caminho que leva à cura. E quando se fala sobre casos de câncer que acometem pacientes que fazem parte do público infantojuvenil, ele é essencial. Crianças e adolescentes respondem melhor ao tratamento com quimioterapia. Por isso, é importante que a doença seja descoberta o quanto antes”, explica a médica e chefe do Setor de Oncologia do Hospital Pequeno Príncipe, Flora Mitie Watanabe.
A médica e chefe do Setor de Oncologia do Hospital Pequeno Príncipe, Flora Mitie Watanabe: “O diagnóstico precoce é muito importante para o tratamento e é o caminho que leva à cura”, fala.
A leucemia é o tipo mais comum de câncer em crianças, seguido de tumores do sistema nervoso central e linfomas. Vale lembrar que a doença é a primeira causa de morte entre meninos e meninas (de 0 a 19 anos) no Brasil. Se descoberto precocemente, as chances de cura são de até 80%.
Medula Óssea – O Serviço de Transplante de Medula Óssea completa a estrutura oferecida no Pequeno Príncipe e é um dos maiores do Brasil a atender pacientes exclusivamente pediátricos pelo SUS. Meninos e meninas de todo o país são atendidos pelo Serviço, que em 2019 realizou 62 transplantes.
Além da excelência técnico-científica do tratamento oferecido, no Pequeno Príncipe os pacientes recebem cuidado humanizado, multidisciplinar e podem contar com o apoio de profissionais de outras especialidades oferecidas na instituição. Dessa forma, recebem um atendimento integral, que favorece ainda mais a recuperação. “Temos importantes avanços no diagnóstico com exames de imagem (ressonância magnética) e o diagnóstico molecular com o Laboratório Genômico. A integração da pesquisa com a prática clínica, por meio da participação do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, é outro diferencial”, completa Flora Mitie Watanabe.Com 101 anos de atividades, o Pequeno Príncipe é um dos principais centros de tratamento oncopediátrico do país e o mais antigo e conceituado do Paraná. Altamente especializado no tratamento de doenças hemato-oncológicas, o Hospital foi responsável, em 2019, por 1.093 internações e 7.775 atendimentos ambulatoriais, sendo que 80% dos pacientes são atendidos pelo SUS.
Fique atento aos sintomas:
Isabeli Baron comemora a vitória contra a doença
Duas fases da guerreira Isabeli: vitória contra o câncer.
Por 2 anos e 8 meses, Isabeli Barbosa Baron, 9 anos, de Campina Grande do Sul, cidade da região metropolitana de Curitiba, enfrentou uma batalha contra a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o câncer mais comum na infância. Ao lado dos pais e com o suporte do Hospital Pequeno Príncipe, em outubro deste ano ela pôde comemorar a vitória nessa incansável batalha pela cura e pela vida.
Edicleia Barbosa dos Santos reforça a garra da filha nesse período. “Ser mãe da Isabeli é se sentir abençoada, pois ela me ensinou ser forte igual a ela. Foi desgastante o tratamento e os últimos anos têm sido muito complicados, porque tivemos que ter todos os cuidados com a alimentação por causa da imunidade baixa”, contou.
O apoio da família é fundamental.
A família também reforça a importância do apoio que receberam do Pequeno Príncipe durante esse tempo. “O Hospital trouxe muita força nas nossas vidas e representou uma segunda casa. Fomos muito bem acolhidos”, completou a mãe.
O tratamento de Isabeli, realizado pelo SUS, foi um sucesso e os pais destacam os diferenciais do maior hospital pediátrico do Brasil nessa fase. “O Programa Família Participante foi excelente, pois nos ajudou nas nossas necessidades quando ela estava internada. O que mais nos marcou foram os palhaços que visitavam os quartos de internamento: eles traziam alegria para nós nos momentos difíceis”, destacou Tiago Baron.
Para outras famílias que estão enfrentando problemas semelhantes, os Baron deixam um recado importante de incentivo: “A mensagem que deixamos para os pais é que não desistam e não percam a fé. É um dia de cada vez. O que mais ajuda nessas horas é ter paciência e união”, reiterou Tiago.
A equipe do Pequeno Príncipe fez a diferença no tratamento de Isabeli.
Criar um ambiente onde a criança possa explorar diferentes interesses, sem pressão, mas com incentivo, é um passo importante para o desenvolvimento integral
Mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com alguma doença rara, das quais 72% têm origem genética, e em 75% dos casos os primeiros sinais aparecem ainda na infância
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