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Pioneirismo do Pequeno Príncipe em terapia intensiva infantil é destaque em evento da Sociedade Paranaense de Pediatria

Responsável pelas UTIs Geral e Cirúrgica, o médico Paulo Ramos, foi homenageado durante a 12.ª Jornada Paranaense de Terapia Intensiva e Emergências Pediátricas

A placa de homenagem ao médico Paulo Ramos foi entregue pela presidente do Departamento de Terapia Intensiva da Sociedade Paranaense de Pediatria, Sandra Lange Zaponi Melek

Os 40 anos de atuação do Hospital Pequeno Príncipe na área de terapia intensiva infantil foram reverenciados na conferência de abertura da 12.ª Jornada Paranaense de Terapia Intensiva e Emergências Pediátricas, realizada na última sexta-feira, dia 11, na Sociedade Paranaense de Pediatria. Durante o evento, o médico responsável pelas UTIs Geral e Cirúrgica da instituição, Paulo Ramos Davi João, também foi homenageado pelo entusiasmo, dedicação e lealdade em prol da saúde.

“O Pequeno Príncipe é referência no atendimento de doenças de média e alta complexidade e é um dos principais centros de tratamento intensivo de alto risco a crianças do Paraná, sob a responsabilidade do Dr. Paulo Ramos. Sem o apoio dele, juntamente com inúmeros outros profissionais médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos, psicólogos e tantos outros, o serviço de terapia intensiva não teria alcançado o status que tem hoje”, afirmou a presidente da Sociedade Paranaense de Pediatria, Kerstin Taniguchi Abagge.

O médico homenageado da noite, Paulo Ramos, lembrou dos profissionais que iniciaram os trabalhos em terapia intensiva no Pequeno Príncipe. “Falar dos intensivistas é recordar de visionários como Dr. Plínio de Mattos Pessoa e Dr. Ismar Strachman, que se dedicaram para que as UTIs Geral e Cirúrgica da instituição tivessem o reconhecimento que têm hoje. Agradeço à homenagem e principalmente às pessoas que fazem parte do Hospital, um local onde a convivência envolve fortes laços de afeto e carinho com os colegas e familiares”, agradeceu Paulo Ramos.

Em nome da diretora executiva do Hospital Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro, o diretor técnico do Hospital Pequeno Príncipe, Donizetti Dimer Giamberardino Filho, destacou a importância da terapia intensiva da instituição para o tratamento de crianças e adolescentes de todo o Brasil. “Todos os serviços são relevantes, se complementam. Um dos principais diferencias do Pequeno Príncipe é que os serviços não competem entre si e sim se potencializam. Isso é uma dádiva que faz com que nossa instituição seja um hospital de crescimento permanente e sempre em busca do que há de mais moderno e atual para o melhor atendimento aos pacientes e familiares”, ressaltou.

Breve histórico da Terapia Intensiva no Pequeno Príncipe

1976 – Sob os cuidados do Dr. Ismar Stachmann e incentivado pelo Dr. Plínio de Mattos Pessoa, começa a funcionar a Unidade de Terapia Intensiva no Hospital. Com quatro leitos é considerada a primeira no Paraná voltada exclusivamente para cuidados pediátricos.

1991 – Inaugurada a UTI Neonatal, com dois leitos. 25 anos depois, conta com 20 leitos destinados exclusivamente aos recém-nascidos.

1986 – UTI Pediátrica aumenta para 12 o número de leitos.

1998 – Passa a ser oferecida a residência com área de atuação em Medicina Intensiva Pediátrica. Jovens médicos de todas as regiões do Brasil buscam uma formação diferenciada e exclusiva alicerçada em valores de uma instituição, que preza pela integralidade e humanização no cuidado, aprimoramento técnico-científico, interação com a família, equidade e inovação na assistência.

1999 – Inaugurada a UTI Cardíaca para terapia intensiva exclusiva a pacientes que precisam ter seus sinais vitais monitorados ininterruptamente em função de uma enfermidade aguda no coração ou que passaram por transplante ou cirurgia cardíaca.

2001 – Começa a funcionar a UTI Cirúrgica para atender todos os pós-operatórios e transplantes realizados no Pequeno Príncipe.

2008 – Com a ampliação e construção de quatro novos andares no prédio do Hospital Pequeno Príncipe, as duas UTIs (Geral e Cirúrgica) ocupam um novo espaço. Apesar de estarem fisicamente separadas, as unidades são acopladas.

Hoje – O Pequeno Príncipe conta com quatro unidades de terapia intensiva e 62 leitos.

 

 

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