Exame de fundo de olho pode evitar tumor que causa cegueira - Hospital Pequeno Príncipe

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Exame de fundo de olho pode evitar tumor que causa cegueira

No Dia Nacional do Retinoblastoma, o Pequeno Príncipe relembra a importância do diagnóstico precoce
18/09/2015

O retinoblastoma é um tumor maligno que pode se manifestar de forma agressiva e provocar a perda de visão e até óbito em crianças menores de 4 anos. Nesta sexta-feira, 18, o alerta contra a doença ganha força, já que a data marca o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma. No Brasil, são registrados cerca de 400 casos por ano. A doença é o câncer ocular mais comum na infância. Quando é descoberto no início, a chance de cura é de 90%.

A hemato-oncologista pediátrica do Pequeno Príncipe, Ana Paula Kuczynski, ensina uma forma simples para os pais descobrirem se os filhos têm algum indício do câncer. “Basta pedir para a criança olhar diretamente para uma luz artificial e observar se há uma mancha branca na pupila. Mas o ideal mesmo é pedir para o pediatra realizar o exame do fundo do olho a cada três meses”, explica.

De acordo com a médica, se a pupila apresenta a mancha, é sinal de que a visão pode estar comprometida. Ana Paula pontua mais uma maneira de perceber algum traço da doença. “Outra forma de identificar o retinoblastoma é observar, em fotografias, se os olhos têm o chamado ‘reflexo do olho de gato’, ou seja, uma mancha esbranquiçada”, completa.

A campanha nacional desta sexta-feira visa educar a população e os profissionais de saúde, com o objetivo de ampliar o diagnóstico precoce do retinoblastoma e, assim, salvar a visão e a vida de crianças com esse câncer.

Atenção para outros sinais e sintomas da doença
Estrabismo (olhar vesgo)
Fotofobia (sensibilidade exagerada à luz)
Dificuldade visual
Aparência anormal do olho
Inflamações
Conjuntivite

Formas de tratamento
Por se tratar de um câncer maligno, a responsabilidade pelo tratamento é de médicos especialistas. Os procedimentos são adotados conforme o grau de risco de cada paciente. Entre as técnicas utilizadas estão a cirurgia, a quimioterapia e radioterapia, além de tratamento oftalmológico local com laser. A terapia alternativa inclui a quimioterapia intra-arterial. Nos casos mais graves, retirar o globo ocular pode ser a única alternativa.

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