Dia Mundial da Saúde: Complexo Pequeno Príncipe reforça papel da ciência na saúde infantojuvenil
Com protagonismo do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, instituição integra ensino, assistência e mais de cem estudos para avançar na saúde de crianças e adolescentes
Neste Dia Mundial da Saúde, a instituição reforça: investir em ciência é investir no futuro da saúde — e, sobretudo, no futuro das crianças. (Foto: Complexo Pequeno Príncipe/Camila Hampf)
No Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, o Complexo Pequeno Príncipe se une à campanha global da Organização Mundial da Saúde (OMS), que neste ano traz o tema “Juntos pela saúde. Apoie a ciência”, para reforçar um posicionamento que faz parte de sua essência: a ciência como base do cuidado, da formação e da transformação da saúde infantojuvenil.
Em sintonia com o movimento global que incentiva o fortalecimento da confiança na ciência e o uso de evidências na tomada de decisões, o Complexo confirma o papel estratégico do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe como um dos pilares desse ecossistema.
Ciência que transforma vidas com o legado de Pelé
Criado há 20 anos, o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe nasceu com o apoio direto de Pelé, que acreditava na ciência como instrumento de transformação social e melhoria da qualidade de vida. O envolvimento do Rei do Futebol foi decisivo para viabilizar e dar visibilidade à iniciativa, que hoje se consolida como referência na produção científica em saúde infantojuvenil.
“Ao longo de sua trajetória, o Instituto estruturou um ambiente robusto de pesquisa, com foco em doenças complexas e de alta relevância pediátrica, contribuindo para avanços no diagnóstico, no tratamento e na qualidade de vida de pacientes”, enfatiza a diretora-geral do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro.
Entre os exemplos estão estudos em oncologia pediátrica, como pesquisas voltadas à medicina de precisão e ao monitoramento de tumores por meio de biópsias líquidas, além do desenvolvimento de terapias inovadoras, como vacina experimental para câncer de córtex adrenal e investigações sobre biomarcadores de resposta ao tratamento em leucemias infantis — iniciativas que ampliam as possibilidades terapêuticas e tornam o cuidado mais seguro e personalizado.
Resultados que conectam pesquisa, ensino e assistência
O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe também se destaca na formação de pesquisadores altamente qualificados. Em parceria com a Faculdades Pequeno Príncipe, oferece mestrado e doutorado por meio do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia Aplicada à Saúde da Criança e do Adolescente, que conquistou nota 6 na avaliação da Capes, posicionando-se entre os programas de excelência no Brasil.
Esse desempenho reflete uma produção científica de alto impacto, forte participação de estudantes e integração direta com a prática clínica, características que consolidam o programa como referência nacional.
Esse ambiente integrado se traduz em resultados expressivos. Em 2025, o Instituto contabilizou:
63 artigos científicos publicados;
14 pesquisadores principais, além de equipes técnicas e estudantes;
123 pesquisas em andamento, sendo 92 de caráter translacional.
A forte atuação em pesquisa translacional permite que descobertas científicas avancem rapidamente para a prática clínica, beneficiando diretamente os pacientes atendidos pelo Hospital Pequeno Príncipe. Esse ecossistema é fortalecido pelo Núcleo de Pesquisa Clínica (Nupe) do Hospital Pequeno Príncipe, que conecta ciência e assistência ao conduzir estudos sobre eficácia e segurança de novos medicamentos em pediatria, com capacidade para pesquisas de fases 1 a 4, em áreas como infectologia, neurologia, oncologia e pediatria geral.
Uma trajetória guiada pela ciência
A conexão entre ciência e cuidado faz parte da história do Hospital Pequeno Príncipe desde suas origens. Um exemplo emblemático é o soro desenvolvido pelo pediatra César Pernetta, na década de 1930, uma solução pioneira de reidratação oral no Brasil, fundamental no combate à desidratação infantil.
Hoje, esse legado se fortalece em um modelo institucional que integra assistência, ensino e pesquisa. Na Faculdades Pequeno Príncipe, esse compromisso se reflete na formação científica desde a graduação, com 171 projetos de iniciação científica, projetos de mestrado e doutorado, estimulando o pensamento crítico e a produção de conhecimento.
Alinhamento com a agenda global da saúde
Ao fortalecer a ciência como eixo central de sua atuação, o Complexo Pequeno Príncipe se conecta diretamente ao chamado da OMS para ampliar o uso de evidências, reconstruir a confiança na saúde pública e promover soluções sustentáveis para os desafios globais. Neste Dia Mundial da Saúde, a instituição reforça uma convicção que orienta sua trajetória há mais de um século: investir em ciência é investir no futuro da saúde — e, sobretudo, no futuro das crianças.
“A integração entre assistência, ensino e pesquisa é o que permite ao Complexo Pequeno Príncipe transformar ciência em impacto real na vida de crianças e adolescentes. Esse modelo se fortalece a partir dos avanços do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, da excelência assistencial do Hospital e da formação promovida pela Faculdades, ampliando as possibilidades de diagnóstico e tratamento e fortalecendo nossa atuação no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto que transcende o Pequeno Príncipe e contribui para o avanço da saúde pediátrica em todo o país”, considera José Álvaro Carneiro, diretor-corporativo do Complexo Pequeno Príncipe.
O Pequeno Príncipe é signatário do Pacto Global desde 2019. A iniciativa presente nesse conteúdo contribui para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Parcerias e Meios de Implementação (ODS 17).
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Pioneiro na oncologia pediátrica e no transplante de medula óssea, especialista dedicou mais de cinco décadas à instituição e é um dos grandes nomes de sua história
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