Saiba mais sobre a história de superação do paciente Heitor de Oliveira da Paixão - Hospital Pequeno Príncipe

Saiba mais sobre a história de superação do paciente Heitor de Oliveira da Paixão

paciente Heitor de Oliveira da Paixão
Todo o atendimento do paciente Heitor de Oliveira da Paixão foi feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Durante a gestação, ao fazer o ultrassom morfológico, o médico detectou que o Heitor tinha tumores no rim direito. Quando meu filho nasceu, ficou internado por nove meses no Mato Grosso. Mesmo diante da gravidade, tivemos que sair do hospital. Em casa, meu menino ficou 15 dias com muita dor, pois não conseguia fazer xixi. Então, resolvemos sair do Mato Grosso e viemos para Curitiba em busca de ajuda. Fomos orientados a procurar o Pequeno Príncipe, pois aqui havia o atendimento que meu filho precisava, e ainda pelo SUS. Na mesma noite, o Heitor passou muito mal, e o hospital mais próximo de onde estávamos era o Pequeno Príncipe, e eu corri para a Emergência. Ao chegarmos no Hospital, a função do rim esquerdo do Heitor já estava comprometida, funcionando apenas 50%, e todos os exames de sangue estavam alterados. Os médicos nos disseram que era um milagre meu filho estar vivo. No segundo dia de internamento, a equipe médica descobriu que o Heitor estava com uma bactéria muito perigosa e que tinha um único antibiótico que tratava ela. Soubemos que quase nenhum hospital tem esse medicamento, mas o Pequeno Príncipe tinha. Depois disso, meu menino passou pela Mitrofanoff [técnica cirúrgica que cria um canal continente entre a bexiga e a pele — geralmente no umbigo ou abdômen inferior —, usando o apêndice ou parte do intestino] e a uretrostomia [procedimento cirúrgico realizado para tratar estreitamentos de uretra complexos]. A cirurgia foi um sucesso. Então, continuamos o acompanhamento com as equipes da nefrologia e da urologia. Em abril de 2025, pude realizar o meu maior sonho: ver o Heitor fazendo xixi pela primeira vez. Os profissionais do Pequeno Príncipe são anjos na terra. Todos têm um carinho e um amor tão grande pela profissão, entendem nosso sofrimento de mãe, nos passam segurança e querem que o paciente realmente seja tratado. Também fazem de tudo para que possamos ir para casa com o problema resolvido. Tanto a equipe da enfermagem como a médica sempre nos orientam sobre como tudo vai ocorrer. Quando nosso filho é cuidado, nós mães nos sentimos cuidadas. Gostaria também de enfatizar uma parte humana do Pequeno Príncipe, que para nós é boa: na hora do almoço, podemos sair e ir até o refeitório do Hospital para comer e para conhecer outras mães. Podemos sempre conversar e apoiar umas as outras, fazemos amizades que são duradouras. Podemos tomar um banho maravilhoso no Família Participante — e, enquanto isso, nossos filhos estão bem cuidados pela equipe de enfermagem. É um momento em que conseguimos ter um respiro. Aqui, também tive atendimento psicológico no quarto. No Pequeno Príncipe, meu filho foi salvo por anjos. A história de superação do Heitor passa pelo Hospital Pequeno Príncipe. Quando penso em tudo o que vivemos, é impossível não reconhecer o papel imenso que essa instituição teve e ainda tem na nossa história. Não encontramos apenas um hospital, encontramos esperança nos dias mais difíceis, acolhimento quando o medo falava mais alto e humanidade em cada gesto. O Heitor enfrentou desafios que nenhuma criança deveria enfrentar. E nós, como família, fomos colocados à prova em todos os sentidos. Mas, dentro desse Hospital, vimos profissionais que não tratam apenas doenças, e sim tratam crianças, famílias, histórias e sonhos. Cada médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, cada palavra de cuidado, cada explicação dada com paciência e cada olhar de carinho fizeram a diferença. O Pequeno Príncipe nos ensinou que a ciência salva vidas, mas o amor sustenta a caminhada. A superação do Heitor carrega a força dele, mas também carrega as mãos que o seguraram quando ele ainda não podia caminhar sozinho. Carrega a dedicação de uma equipe que luta diariamente pela vida de tantas crianças. Nossa gratidão é eterna. O Hospital Pequeno Príncipe faz parte da nossa história, da nossa fé renovada e da nossa certeza de que ainda existem lugares onde o ser humano é tratado com respeito, dignidade e amor. Obrigada por cuidarem do bem mais precioso que existe: a vida de uma criança. Quando o medo e a incerteza tomavam conta, o Hospital trouxe a certeza de que o Heitor estava no lugar certo, sendo cuidado por quem realmente sabe e se importa. Não fomos tratados como números ou prontuários. Houve escuta, acolhimento, paciência e respeito com a dor da família. A equipe sempre transmitiu confiança em cada orientação, exame e decisão, trazendo tranquilidade mesmo em situações delicadas. Hoje, o Heitor está vivo, forte e em constante superação.”

Márcia de Oliveira, mãe do paciente Heitor de Oliveira da Paixão. O menino, de Lucas do Rio Verde, município do estado de Mato Grosso, foi atendido pelas equipes dos serviços de Nefrologia e Urologia do Hospital Pequeno Príncipe. Heitor ainda contou com o suporte multiprofissional da instituição. Todo o atendimento foi feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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