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Toda proteção começa com alguém

Há 20 anos, o Hospital Pequeno Príncipe mobiliza a sociedade para enfrentar uma realidade que ainda insiste em acontecer.

A violência contra crianças e adolescentes não parou. Ela persiste.
E, na maioria das vezes, ocorre perto.

Dentro de casa
Em silêncio.
Perto de quem deveria proteger.

Nem sempre deixa marcas visíveis. Mas sempre deixa marcas profundas.

Hoje, sabemos que essa violência atinge principalmente quem está em maior situação de vulnerabilidade: crianças na primeira infância, que ainda não conseguem falar, pedir ajuda ou proteger-se.

É uma violência que se repete.
Que se esconde.
E que continua quando não é percebida ou ignorada.

Por isso, proteger uma criança não pode ser responsabilidade de poucos. É responsabilidade de todos.
É estar atento.
É perceber o que nem sempre é dito.
É reconhecer os sinais.
É não se omitir.
É ter coragem de agir, mesmo quando não é fácil.

Porque o silêncio também machuca.
E a omissão permite que a violência continue.

Denunciar é o primeiro passo. Mas proteger exige mais.
Exige presença, responsabilidade e compromisso todos os dias.

Ao longo destes 20 anos, o Hospital Pequeno Príncipe tem atuado ao lado da rede de proteção fortalecendo o cuidado, a escuta e a ação.

Contudo, nenhuma instituição protege sozinha.

Toda proteção começa quando alguém decide agir.

Pode ser um profissional.
Um familiar.
Um vizinho.
Um educador.
Pode ser você.

Proteger a infância é um compromisso de todos.

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