Complexo Pequeno Príncipe

Complexo Pequeno Príncipe

Sobre o Complexo Pequeno Príncipe

Mais de 96 anos de amor à criança e de busca pela excelência na assistência, no ensino e na pesquisa como parte da mobilização pela vida das crianças e dos adolescentes

Foto antiga: Hospital Cesar Pernetta

Ao longo de mais de 96 anos, o Complexo Pequeno Príncipe trabalha pela saúde, pelos direitos e pela vida das crianças e dos adolescentes. Está presente de forma precursora em áreas como a assistência, com 32 especialidades médicas e áreas de atuação em saúde de média e alta complexidade, a humanização hospitalar, o ensino e a pesquisa, ao mesmo tempo em que desempenha um papel complementar às políticas públicas adotadas em diferentes instâncias de governo.

A mobilização pela vida, iniciada em 1919, o amor e a dedicação à criança e ao adolescente ao longo de tantas décadas resultaram no maior complexo hospitalar exclusivamente pediátrico do país.

Assistência, ensino e pesquisa: atuando de forma integrada para salvar vidas

Integração: Assistência, Ensino e Pesquisa
Integração: Assistência, Ensino e Pesquisa

O grande marco da nova fase do Complexo Pequeno Príncipe, baseada no aprimoramento contínuo da qualidade tecnocientífica da assistência, mantendo os princípios da humanização, deu-se em 2000, com a realização do Congresso Criança. Em 2005 o Complexo fez o segundo e em 2010 o seu III Congresso Criança, ou Congresso Internacional de Especialidades Médicas Pediátricas, maior congresso de multiespecialidades em pediatria realizado no país, sob a coordenação do médico urologista Antonio Ernesto da Silveira, Coordenador de Ensino e Pesquisa do Hospital Pequeno Príncipe.

Em 2003, o compromisso com democratização e multiplicação do conhecimento presente na história do Pequeno Príncipe evoluiu para a criação da Faculdades Pequeno Príncipe. A iniciativa veio para fortalecer as atividades de ensino, presentes, de forma precursora, desde 1935, no Hospital de Crianças de Curitiba. Em seguida, no ano de 2005, o apoio de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, estimulou as condições iniciais para a concretização da unidade de pesquisa do Complexo, com a missão de aumentar o percentual de cura de doenças complexas da criança e do adolescente.

O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe foi inaugurado em 2006 e no final de 2010 tinha, junto com a área de Pós-Graduação da Faculdades Pequeno Príncipe e o Hospital Pequeno Príncipe, mais de 50 pesquisas em desenvolvimento.

Completa-se, assim, na primeira década do novo milênio, um ciclo estratégico de formalização das novas unidades do Complexo que, graças aos investimentos feitos na pesquisa e no ensino, tem permitido fortalecer e ampliar a atuação na assistência à saúde integral das crianças e dos jovens. Como diz o professor e cientista Sérgio Mascarenhas em seu depoimento, “sem a tríade ensino, pesquisa e extensão, nenhuma instituição em qualquer área, seja da ciência, tecnologia ou inovação, poderá realizar uma ação realmente completa e com os sinergismos da inter e transdisciplinaridade necessários no mundo globalizado atual”. O Pequeno Príncipe está hoje firmemente assentado sobre esse tripé e em condições de ampliar o papel que, há tantos anos, vem desempenhando na área da saúde da criança e do adolescente no Brasil.

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