Quem somos

Há 100 anos, o Hospital Pequeno Príncipe cuida e protege as crianças e os adolescentes. Desde a década de 1970, mobiliza a sociedade na luta contra a violação dos direitos do público infantojuvenil. Em 18 de maio, Dia Nacional de Enfrentamento à Violência contra Crianças e Adolescentes, reforça-se a importância desse cuidado e proteção, bem como da denúncia da suspeita de maus-tratos. Um papel que é de responsabilidade de todos os cidadãos.

A preocupação em oferecer um cuidado integral e humanizado sempre esteve presente na história da instituição, e fez com que o Pequeno Príncipe desenvolvesse uma maneira especial de cuidar. Ao longo de sua história, o Hospital tem fortalecido emocionalmente meninos e meninas para o seu tratamento e recuperação. Além disso, tem desenvolvido constantemente projetos que possibilitam a realização de atividades culturais e educacionais durante o período de internação dos pacientes.

Referência em procedimentos de alta e média complexidade, o Pequeno Príncipe é o maior hospital pediátrico do Brasil. Conta com 370 leitos – sendo 62 em UTIs – e destina até 70% da sua capacidade de atendimento a meninos e meninas provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Somente em 2018, a instituição realizou 305.078 atendimentos ambulatoriais, 22.929 internações, 21.242 cirurgias e 900.769 exames. O Pequeno Príncipe também foi responsável por 251 transplantes nesse período (18 de rim; 1 de coração; 37 de válvula cardíaca; 149 de tecido ósseo; e 46 transplantes de medula óssea).

O Complexo
O Hospital integra o Complexo Pequeno Príncipe, que também é formado pelo Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe e pela Faculdades Pequeno Príncipe. Suas unidades trabalham de forma integrada e complementar para promover saúde, educação, pesquisa, arte, cultura e mobilização social.

A instituição atua incansavelmente para a sinergia da tríade da assistência, do ensino e da pesquisa, e oferece métodos de diagnóstico precoce e tratamentos mais assertivos, aumentando, assim, as chances de cura. Além disso, proporciona mais qualidade de vida a crianças e adolescentes de todo o Brasil e contribui para a diminuição da mortalidade infantojuvenil.