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Voluntários do HSBC trazem alegria a crianças com oficina de pintura

Meninos e meninas coloriram peças de gesso com o apoio de funcionários do banco

“Sabe que não é tão ruim ficar no hospital?” Essa foi a conclusão de uma das crianças em tratamento no Hospital Pequeno Príncipe que participaram de uma atividade de pintura em gesso promovida por voluntários do HSBC. A frase dita espontaneamente por uma menina à mãe expressa como pequenos gestos podem transformar vidas. “Doar um pouco do que temos para os outros e isso ser muito para eles é muito gratificante. Eles precisam de carinho e atenção. O sorriso das crianças compensa toda a correria do nosso dia a dia”, resumiu a especialista de crédito do HSBC Renilda da Silva Souza, voluntária do banco há 14 anos.
Incentivado pelos voluntários do HSBC, um grupo de crianças deixou as alas hospitalares do Pequeno Príncipe para pintar peças de gesso. Durante duas horas, meninos e meninas deram cor a árvores de Natal, personagens de desenho animado, dinossauros e jogadores de futebol. “É muito divertido porque assim podemos usar a nossa criatividade com as cores. Gosto de pintar e, assim, o tempo passa rapidinho”, comentou Letícia Aparecida Ferreira, 11 anos, que usava o vermelho para dar vida a uma bota de Papai Noel.
Os voluntários traziam as cores desejadas pelos pequenos artistas, incentivavam o trabalho e ajudavam os pacientes a darem pinceladas delicadas em suas criações. A ação promovida na noite de sexta-feira (12) e na tarde de sábado (13) encheu a Praça do Bibinha, no prédio histórico César Pernetta. “Eu não sou muito de pintar, mas gostei muito dessa atividade. Nos quartos, não temos nada para fazer. Desse jeito, as crianças ficam mais animadas”, disse Deisy Caroline da Cruz Silva, 13 anos.DSC_0087

E não foram apenas os pacientes que mostraram suas qualidades artísticas. Pais e mães também pintaram suas peças. “Tem que entrar na onda. A atividade é interessante, deixa as crianças mais animadinhas. Acho bacana as pessoas se interessarem e quererem ajudar o próximo”, afirmou Stephanie Bani de Castro, 23 anos, mãe de Gabrielly.
A ação dos voluntários faz parte do Escola Itinerante, projeto financiado pelo HSBC em benefício do Complexo Pequeno Príncipe que prevê o desenvolvimento de um protótipo móvel para transportar materiais educativos até os pacientes, a compra de computadores para serem usados em atividades escolares por meninos e meninas hospitalizados e a contratação de professores.
“É ótimo distrair as crianças e saber que não pensamos só na gente. A melhor coisa que tem é ver as crianças dando risadas”, comemorou Henrique Flach, especialista de BRCM do HSBC e voluntário do banco, com o rosto todo pintado por duas meninas no final do evento.

 

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