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Um alerta aos pais no Dia Mundial do Combate ao AVC

O problema, que também atinge crianças e adolescentes, pode estar relacionado a doenças falciformes – um tipo de anemia – e autoimunes, além das cardiopatias congênitas, infecções e traumatismo craniano

dsc_0006Engana-se quem pensa que as crianças e os adolescentes não sofrem Acidente Vascular Cerebral (AVC). Apesar de ser mais comum em adultos,  os casos de derrame entre os pacientes mais novos  podem estar relacionados a doenças falciformes – um tipo de anemia – e autoimunes, além das cardiopatias congênitas, infecções e traumatismo craniano. Como forma de conscientização,  a data de 29 de outubro foi oficializada como  o Dia Mundial do Combate ao AVC.

De acordo com o neurologista do Hospital Pequeno Príncipe, Alfredo Lörh Junior, de duas a oito crianças de até 14 anos – em 100 mil – sofrem o derrame. “O número dobra no caso dos recém-nascidos, devido à prematuridade, sofrimento perinatal e problemas vasculares”, destacou. “Além disso, essa é uma das dez principais causas de óbito em crianças”, apontou o médico.

O diagnóstico imediato e o correto tratamento do AVC podem salvar vidas e evitar sequelas. “É preciso estar atento aos sinais de alerta. Fraqueza súbita em um lado do corpo, alteração na fala e na visão, tonturas e convulsões podem ser indícios de derrame. Nesses casos, é preciso buscar um médico com urgência”, explicou o profissional. O diagnóstico do AVC é realizado por meio de neuroimagem, um conjunto de procedimentos que buscam obter imagens do encéfalo por meios não invasivos.

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