Resultados de pesquisas são apresentados a secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Durante encontro com diretores do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, João Carlos Gomes conheceu de perto estudos como o que trata do tumor de córtex adrenal

O Complexo Pequeno Príncipe recebeu na manhã desta segunda-feira, dia 21, a visita do secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), João Carlos Gomes. Em reunião com diretores do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, ele conheceu de perto parte dos projetos apoiados pela instituição estadual. Como o projeto sobre o tumor de córtex adrenal (TCA), um câncer predominantemente infantil. Por meio de análises genéticas, a iniciativa já beneficiou cerca de 220 mil crianças somente no Paraná.

Para o diretor científico do Instituto de Pesquisa, Bonald Cavalcante de Figueiredo, o projeto é a prova de que a parceria com a Secretaria tem trazido excelentes resultados. “A incidência do TCA é 18 vezes maior no Paraná do que no restante do país. Então, com esse investimento do governo do Paraná, conseguimos, de uma maneira organizada, prever o diagnóstico precoce e trabalhar com essas famílias. Esse câncer tem 100% de chance de cura se tratado em sua fase inicial”, explicou.

dsc_0082Os resultados obtidos nas pesquisas são repassados de forma direta à assistência e saúde. “Estou muito feliz com essa visita. O Paraná, mas também toda a sociedade, sabe que o trabalho que é realizado no Pequeno Príncipe é feito com qualidade, responsabilidade e competência. Existem coisas grandiosas no Instituto de Pesquisa. Por isso, tanto esses projetos que estão em andamento, quanto os futuros, são prioridades para a Secretaria”, afirmou Gomes, que já conhecia o Hospital pessoalmente, quando trouxe sua filha ainda pequena para se tratar na instituição.

Aproximação institucional

Além disso, a diretora de relações institucionais do Instituto de Pesquisa, Mara Cordeiro, salientou que essa proximidade viabilizada pelas visitas é de extrema importância, para que conheçam a realidade da unidade de estudos científicos do Pequeno Príncipe. “Aqui, eles podem visualizar o que até então somente tinham lido no papel. A sensação é diferente, tem a vivência. É importante para eles e para nós também”, pontuou.

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