Profissionais do Pequeno Príncipe participam de treinamentos contínuos para enfrentar o coronavírus - Complexo Pequeno Príncipe

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Profissionais do Pequeno Príncipe participam de treinamentos contínuos para enfrentar o coronavírus

Até o final de maio, foram registradas mais de 1.500 presenças em quase 300 treinamentos, que têm o objetivo de manter o atendimento com excelência e segurança a crianças e adolescentes

Profissionais de enfermagem treinam a paramentação e desparamentação, e o atendimento a casos suspeitos ou confirmados de COVID-19.

Antes da chegada do coronavírus no Brasil, no início de fevereiro, o Hospital Pequeno Príncipe já adotava novos fluxos e protocolos e treinava as equipes que atuariam contra a COVID-19. Até o final de maio, foram registradas mais de 1.500 presenças em quase 300 treinamentos, que envolveram diferentes áreas da instituição, desde a assistência direta ao paciente, como médicos, residentes e enfermagem, até equipes de manutenção e apoio, como recepcionistas, seguranças e serventes de limpeza. O objetivo é conter a disseminação do vírus e manter o atendimento com excelência e segurança a crianças e adolescentes.

Médico simula uma intubação no Centro de Simulação Realística.

Os treinamentos tiveram início pelas áreas definidas para acolhimento dos possíveis casos suspeitos de COVID-19 e, em seguida, foram estendidos às demais áreas. Nesses encontros, os profissionais receberam informações cruciais, como: definição da infecção, formas de transmissão, sintomas e manifestações clínicas; uso correto de equipamentos de proteção individual (EPIs), paramentação e desparamentação; higiene das mãos e desinfecção dos ambientes; e o manejo adequado dos pacientes com suspeita ou quadros graves da doença.

Os conteúdos abordados foram alinhados com o Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar (SECIH) e com o Comitê de Contingência do Coronavírus. Para os participantes, os momentos foram importantes para desenvolver a autoconfiança e esclarecer as principais dúvidas. “A proteção e o cuidado com os profissionais é um ponto extremamente importante para nós, porque além de reforçar o manuseio adequado dos EPIs, proporciona uma maior segurança no atendimento dos pacientes e familiares”, enfatizou a diretora executiva do Hospital, Ety Cristina Forte Carneiro.

Atualização contínua

Para melhor preparar as diferentes equipes do Hospital, a instituição utilizou o recém-inaugurado Centro de Simulação Realística.  “A simulação realística é considerada aliada das orientações teóricas, que já são amplamente difundidas, e permite aos profissionais treinar na prática as situações. É um ganho enorme para todos, tanto para o profissional que se sente melhor preparado quanto para o paciente e seus acompanhantes”, completa a diretora.

Além da estrutura oferecida no Centro, alguns ambientes para simulação foram instalados no próprio Hospital, permitindo as equipes aprofundarem suas vivências. As atualizações são realizadas também pela equipe do Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar (SECIH) e da Educação Continuada em Enfermagem.

Os treinamentos envolvem as diferentes funções, como médicos, residentes, equipes de enfermagem, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, recepcionistas, seguranças, copeiras, serventes de limpeza, educadores, profissionais do Laboratório de Análises Clínicas, Centro de Imagem e Manutenção, e continuam sendo realizados de forma contínua.

  • A higiene das mãos é uma das principais medidas de prevenção de infecções.

  • Treinamento sobre paramentação e desparamentação e atendimento de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. As profissionais de enfermagem utilizam máscara de tecido para evitar o uso de EPIs essenciais para os atendimentos.

  • Treinamento sobre paramentação e desparamentação e atendimento de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. As profissionais de enfermagem utilizam máscara de tecido para evitar o uso de EPIs essenciais para os atendimentos.

  • Treinamento para intubação de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. Os médicos utilizam máscara de tecido para evitar o uso de EPIs essenciais para os atendimentos.

  • Treinamento para intubação de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. Os médicos utilizam máscara de tecido para evitar o uso de EPIs essenciais para os atendimentos.

  • Treinamento para intubação de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. Os médicos utilizam máscara de tecido para evitar o uso de EPIs essenciais para os atendimentos.

  • Treinamento para intubação de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. Os médicos utilizam máscara de tecido para evitar o uso de EPIs essenciais para os atendimentos.

  • Treinamento para intubação de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. Os médicos utilizam máscara de tecido para evitar o uso de EPIs essenciais para os atendimentos.

  • Treinamento para intubação de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19. Os médicos utilizam máscara de tecido para evitar o uso de EPIs essenciais para os atendimentos.

  • Treinamento sobre abordagem adequada de familiares para recepcionistas, realizado antes da necessidade de uso de máscara por todos os profissionais.

  • Treinamento sobre abordagem adequada de familiares para recepcionistas, realizado antes da necessidade de uso de máscara por todos os profissionais.

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