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Pequeno Príncipe se manifesta pela proteção da vida das crianças e pelo reforço da obrigatoriedade legal do uso da cadeirinha

Confira as 10 razões para manter como está a Lei que obriga o uso da cadeirinha no transporte de crianças

O Hospital Pequeno Príncipe, organização centenária, presta assistência à saúde, reforça a importância do núcleo familiar e mobiliza a sociedade para a proteção integral das meninas e meninos do Brasil, e por isso avalia como retrocesso o Projeto de Lei, enviado ao Congresso Nacional, que altera trechos do Código Brasileiro de Trânsito, pois traz riscos à vida das crianças na medida em que prevê apenas advertência ao motorista que transportar criança sem o uso da cadeirinha.

10 razões para manter como está a Lei que obriga o uso da cadeirinha no transporte de crianças

1 – A responsabilidade de proteger as crianças é do estado, da família e da sociedade, conforme diz a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, e todos devem cumprir sua parte. Os dados revelam que a obrigatoriedade do uso da cadeirinha reduz os óbitos de crianças em acidentes de trânsito.

2 – O cinto de segurança que protege o adulto é perigoso para a criança. O corpo da criança é mais frágil que o do adulto e as consequências de uma batida de carro são mais graves para as crianças, por esta razão, existem modelos diferentes para cada fase de desenvolvimento.

3 – Usando a cadeirinha a criança não fica solta dentro do carro, ela tem conforto, descansa, dorme, brinca, aproveita a paisagem, e ainda fica protegida, não só em caso de acidente, mas em todo deslocamento.

4 – A criança pequena não consegue avaliar os riscos sozinha, precisa de um adulto que a oriente, que a ensine e que decida quando ela não pode fazê-lo.

5 – É preciso melhorar a prática de uso da cadeirinha e não acabar com a regra que está correta. Criar mecanismos de facilitem o acesso às cadeirinhas e fazer campanhas educativas ajudaria muito.

6 – Proteger a criança não é uma escolha, é uma obrigação. Os pais, mães e responsáveis precisam ser firmes e consistentes quanto à regra. A proibição em lei e o risco da multa os ajudam neste posicionamento.

7 – Investir na Primeira Infância gera prosperidade social, econômica e cultural. Proteger as crianças gera economia de despesa com saúde, educação e segurança pública.

8 – O amor aos filhos precisa ser expresso em forma de cuidado e de cumprimento de regras. O amor também deve ser exigente.

9 – A criança quando aprende a se cuidar, a partir do cuidado dos pais, aprende a cuidar dos outros também. Dessa forma, elas crescem e se desenvolvem como cidadãos responsáveis.

10 – A lei diz NÃO, o pai diz NÃO, a mãe diz NÃO e a criança aprende que é NÃO. Assim a sociedade aprende a proteger, evitar traumas e lesões, e, principalmente, reduzir mortes evitáveis.

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