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Complexo, Hospital

Pequeno Príncipe recebe especialista de Madrid para uma troca de experiências com seus profissionais

O tema do encontro foi o uso da toxina botulínica para o tratamento de crianças espásticas

Dr_Samuel_Pascual_Pascual (1)O Hospital Pequeno Príncipe foi escolhido pelo grupo farmacêutico IPSEN para uma troca de experiências sobre práticas internacionais em reabilitação neuropediátrica, com o especialista espanhol Samuel Ignácio Pascual-Pascual. No Brasil, mais quatro instituições foram selecionadas para o encontro, em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.

Em Curitiba, o evento ocorreu nesta quinta-feira, dia 13, e reuniu profissionais da instituição, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Durante o encontro, foram apresentados aos participantes os mais novos estudos clínicos com o uso do medicamento Dysport® (toxina botulínica A).

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Luiz Antonio Munhoz da Cunha, Samuel Ignácio Pascual-Pascual e Donizetti Dimer Giamberardino Filho

De acordo com o palestrante, a novidade está no tratamento de crianças com paralisia cerebral. “A toxina bloqueia a ordem de movimento do músculo de três a cinco meses. Nos casos de paralisia cerebral, ela faz com que os rostos dos pacientes deformem em menor proporção”, contou Pascual.

Dr_Donizetti (16)Uso da toxina botulínica no HPP

No Hospital Pequeno Príncipe, a toxina botulínica já é utilizada há aproximadamente 15 anos, e tem contribuído para a melhora de pacientes espásticos – que apresentam contrações musculares involuntárias. “Essa toxina relaxa o músculo e com isso, diminui a sua ação. O objetivo da técnica é melhorar a função motora dos pacientes em longo prazo”, explicou o ortopedista do Hospital, Edilson Forlin.

De acordo com o especialista, o medicamento é indicado para crianças mais novas, na faixa dos dois anos. “Ele é utilizado quando as contrações ainda estão em fase inicial, pois com o passar do tempo, o músculo vai encurtando. A toxina relaxa, mas não tem o poder de alongar o músculo”, relatou Forlin.

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