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Obesidade infantil atinge 2,5 milhões de crianças menores de cinco anos na América do Sul

Diante do alto índice, neste 11 de outubro, Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, o Hospital Pequeno Príncipe alerta para a necessidade de controlar o excesso de peso, que é um fator de risco para uma série de doenças

Estima-se que 2,5 milhões de crianças menores de cinco anos estejam com sobrepeso na América do Sul, de acordo com os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS). O alto índice alerta para a necessidade de prevenção da obesidade. A condição médica é um fator de risco para uma série de doenças.

Nesta quarta-feira, 11 de outubro, é lembrado o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. “Esse é um problema de saúde pública. O sobrepeso tem consequências ainda maiores na infância, como a possibilidade do desenvolvimento de pressão alta e problemas psicológicos. Além disso, também corrobora para o surgimento de doenças cardíacas, diabetes e câncer na vida adulta”, ressalta a endocrinologista do Hospital Pequeno Príncipe, Rosângela Réa.

De acordo com a médica, fatores genéticos, má alimentação e sedentarismo são as principais causas da obesidade infantil. “O maior exemplo de uma criança vem de casa. É importante que os pais ou cuidadores mantenham uma rotina alimentar saudável e, de preferência, façam as refeições junto dos meninos e meninas”, afirma.

Praticar atividades físicas regularmente também é essencial para combater a obesidade. “Esse equilíbrio é muito importante. Crianças e adolescentes não precisam deixar de comer tudo o que gostam, mas devem balancear a alimentação com a realização de exercícios. Uma das formas de incentivar o hábito é limitar o tempo dos meninos e meninas em frente à televisão, brincando com videogames ou acessando mídias sociais”, explica a profissional.

 

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