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O Dia dos Pais é celebrado com amor e gratidão no Pequeno Príncipe

No Hospital ou em casa, os superpais fazem a diferença na rotina dos pacientes em tratamento

O segundo domingo de agosto, tão esperado por toda a família, chegou finalmente neste dia 13. Tradicionalmente celebrado, o Dia dos Pais reúne famílias e amigos em diversas situações. A confraternização é cheia de lembranças, declarações e, muitas vezes, saudade.

Também pudera, pois depois que o bebê nasce o homem passa a ter um novo codinome: pai! Alexix de Jesus Trindade, por exemplo, viveu essa experiência quatro vezes. Embora as fotos dos três meninos estejam na carteira, é com a mais velha e única menina que ele passa mais tempo. Isso porque Sirlene Aparecida Trindade, de 17, teve um problema renal diagnosticado aos 12 anos e, desde então, as idas e vindas entre Castro e Curitiba passaram a ser frequentes. “Por eles atravessamos o mundo e vamos a qualquer lugar, não é? A vida de um filho é tudo pra nós”, garante o paizão. 

Aos 15 anos, Sirlene realizou um transplante renal e os laços com o superpai se estreitaram ainda mais. Eles já ficaram por dois meses sem sair do Hospital. Com a convivência lado a lado, o reconhecimento também passa a ser rotineiro. “Pra mim, Dia dos Pais são todos os dias. Meu pai é pai e mãe há dois anos. É paizão. Está sempre preocupado em dar o melhor pra mim e para os meus irmãos. Nos divertimos até aqui no Hospital. Ele é cheio de falar ’tonguices’. Eu só tenho a agradecer”, declara Sirlene.

Alexix e Sirlene passarão o 13 de agosto no Pequeno Príncipe. Mas isso não é problema. “Se vamos passar esse dia aqui é pra poder passar outros em casa. Talvez os outros filhos venham pra cá. Estou prometendo essa viagem pra eles, porque eles dizem que só a Sirlene vem”, brinca o pai.

Quem já passou pelo mesmo tratamento e hoje pode passar do Dia dos Pais em casa, comemora. Por outro lado, não se esquece dos momentos difíceis e inspiradores que já teve com o maior e melhor companheiro. “Hoje viemos só para a consulta, mas já ficamos internados aqui por quatro meses. Só eu e ele. Mas ele briga comigo. Sabe pra que? Pra eu beber mais e mais água”, conta a paciente Rafaela Mendonça, de 13 . “Brigo porque amo”, já se defende o pai Alex Fabiano Mendonça, que foi promovido ao cargo de superpai muito jovem, aos 19 anos. Hoje, aos 32, ele afirma que essa é a sua melhor experiência de vida.

Por essas e outras histórias, o Hospital Pequeno Príncipe deseja um feliz Dia dos Pais a todos aqueles que assumiram o papel de super-heróis e que fazem a diferença na rotina de nossos meninos e meninas com seus superpoderes.

 

 

 

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