Complexo, Hospital

Adolescentes do programa Jovem Abraça Criança recebem certificado de voluntariado

Guiados pelo sentimento de amor ao próximo, alunos de escolas de Curitiba foram reconhecidos por sua dedicação à causa da saúde infantojuvenil

dsc_0076O Hospital Pequeno Príncipe incentiva o amor ao próximo em todas as etapas da vida. Com o objetivo de incentivar a prática de solidariedade entre adolescentes, a instituição desenvolve há 15 anos o programa Jovem Abraça Criança. Por meio da iniciativa, alunos de escolas de Curitiba realizam trabalho voluntário no contraturno escolar. Nessa terça-feira, dia 25, os estudantes se reuniram na Associação Eunice Weaver do Paraná (AEW-PR) – instituição parceira do Pequeno Príncipe – para receber os seus certificados de voluntariado.

Ao longo de 2016, alunos dos colégios Opet, Positivo, Marista Paranaense, Integral e do Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva tiveram a oportunidade de vivenciar a experiência de ser voluntário no Hospital. E nesta semana, além de receberem seus certificados, participaram de uma palestra na AEW-PR sobre meio ambiente com o estudante de Engenharia Ambiental – e também voluntário –, Ricardo Borges.

A professora e psicóloga do Colégio Integral, Ana Carolina Maziei Costa, ressaltou a importância do programa na formação humana dos adolescentes. “O voluntariado faz com que eles entrem em contato com uma realidade diferente da qual estão acostumados. Tenho certeza de que esse tempo ficará marcado na vida deles e das crianças do Pequeno Príncipe também”, afirmou.

Jovem Abraça Criança 2017
As escolas que queiram participar do programa Jovem Abraça Criança em 2017 precisam entrar em contato com o Setor de Voluntariado do Hospital Pequeno Príncipe em fevereiro do próximo ano. O telefone da área é (41) 3310-1169.

Confira depoimentos de alguns alunos que participaram do programa em 2016

“Cheguei no Pequeno Príncipe achando que iria fazer a diferença na vida das crianças. Mas, na verdade, elas transformaram a minha. Sempre tenho muita vontade de voltar.”

Gabriela Ramos de Oliveira, aluna do Colégio Marista Paranaense

 

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“Eu brincava com uma paciente lá no Hospital e um dia perguntei o que ela mais gostava de fazer. A menina respondeu: ‘o que eu mais gosto é quando vocês do colégio vêm me visitar’. Depois de ouvir isso, eu fique radiante, sem palavras por saber que fiz a diferença.”

Fernanda Lisboa, aluna do Colégio Integral

 

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“Ser voluntária é ótimo, mesmo que por poucas horas. Eu nunca esqueço do primeiro dia em que cheguei no Hospital. Encontrei uma paciente que tinha o mesmo nome que o meu. Ao perceber que pessoas parecidas comigo passam por situações tão difíceis, pensei: não custa nada doar um pouco de mim.”

Gabriela Schultheis Czesnuy, aluna do Colégio Positivo

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