Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe completa 13 anos de estudos científicos em prol da vida

Os trabalhos contribuem, de forma inovadora, para diagnósticos precoces, tratamentos mais assertivos e a diminuição da mortalidade infantojuvenil

Parte da equipe do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe: ciência em favor da saúde infantojuvenil.

O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe chega ao 13º aniversário nesta sexta-feira, dia 26, reforçando seu compromisso com a causa da saúde infantojuvenil. Mais de uma centena de estudos foram realizados e  contribuem para assegurar, além do diagnóstico precoce,  métodos de tratamento mais assertivos e a diminuição da mortalidade infantojuvenil.

Unidade de pesquisa do Complexo Pequeno Príncipe, o Instituto é a prova de que o investimento em ciência gera novas oportunidades para salvar vidas. O campo do conhecimento científico influencia a prática médica, assim como esta provoca questões a serem pesquisadas, enquanto a educação de profissionais de saúde dissemina o conhecimento sistematizado e se abre para novas perspectivas, tudo em sinergia.

A ousadia de investir em ciência tornou-se uma realidade em 2006 e hoje, 26 de abril de 2019, ano do centenário da instituição, o Pequeno Príncipe tem muito a celebrar. No Brasil, no entanto, ainda não há uma cultura estabelecida de incentivos à pesquisa e o país investe em ciência, tecnologia e inovação menos de 1% do PIB. O Ministério da Ciência e Tecnologia investiu R$ 8,7 bilhões em 2010. Já este ano a pasta deve receber R$ 2,9 bilhões.

“Fazer pesquisa é um desafio no Brasil, mas o Pequeno Príncipe, pioneiramente, tem mostrado resultados que comprovam que investir em estudos científicos voltados à saúde infantojuvenil transforma e salva vidas”, ressalta a diretora-geral do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro.

Aliar assistência em saúde, ensino e pesquisa faz parte do DNA do Pequeno Príncipe. “Nosso compromisso é colocar os avanços tecnológicos a serviço da vida e da qualidade de vida de toda a população infantojuvenil”, completa Ety Cristina Forte Carneiro.

 

 

 

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