Complexo, Hospital

Há 99 anos, o Hospital Pequeno Príncipe cuida das crianças

Neste 26 de outubro, aniversário da instituição, confira histórias que revelam detalhes dessa trajetória repleta de amor, humanização e inovação

A história do Hospital Pequeno Príncipe se confunde com a de milhares de crianças e adolescentes de todo o Brasil. Hoje, 26 de outubro, a instituição celebra 99 anos e muitos pacientes já se tornaram pais, mães e até mesmo avós. O amor e o cuidado ao próximo sempre fizeram parte dessa trajetória quase centenária, que resulta, diariamente, em cada vez mais humanização e inovação.

Maria Izabel Wendrechovski, de 38 anos; Jhennifer Richter, de oito; e Laura Luiza da Silva, de cinco meses, vivem momentos diferentes das suas vidas, mas algo as une de uma forma muito especial: todas receberam atendimento no maior hospital pediátrico do Brasil.

“Se não fossem as cirurgias que fiz nos meus primeiros anos de vida, eu não estaria aqui e não seria uma pessoa tão feliz”, afirmou Maria. Jhennifer contou que gosta muito do Hospital, porque sabe que vai ficar bem. “Você acredita que as enfermeiras até brincam de boneca comigo?”, disse. Laura ainda não sabe falar, mas seu pai, Christopher da Silva, expressou sua gratidão ao Pequeno Príncipe: “Essa instituição mudou a nossa vida. Vejo a Laurinha como uma futura pediatra, cuidando de quem precisa, assim como fizeram conosco”, relatou.

Seja no passado, no presente ou no futuro, o Hospital Pequeno Príncipe já transformou muitas vidas e continua sempre fazendo mais e melhor em prol da infância e da adolescência. Filantrópica, a instituição, que nasceu pela união de mulheres voluntárias e de profissionais engajados com a causa da saúde infantojuvenil, destina hoje até 70% da sua capacidade de atendimento ao SUS e é referência nacional em pediatria.

Sobre o Hospital Pequeno Príncipe

Em sua trajetória de quase 100 anos, o maior hospital pediátrico do Brasil é destaque em mais de 30 especialidades médicas, sendo reconhecido em vários procedimentos de alta e média complexidade. Aliando a excelência técnico-científica ao  cuidado integral e humanizado, o Pequeno Príncipe tornou-se pioneiro e precursor de ações que se tornaram políticas públicas.

Apenas em 2017, foram realizados aproximadamente 305 mil atendimentos ambulatoriais, 20 mil cirurgias, 22 mil internações e 213 transplantes (1 – coração; 33 – medula óssea; 15 – rim; e 164 – tecido ósseo). Com a grave crise vivida por hospitais filantrópicos e o subfinanciamento verificado na área da saúde, o apoio de empresas e cidadãos socialmente responsáveis é fundamental para sua manutenção. Atualmente, apenas 25% do orçamento do Pequeno Príncipe é proveniente do governo.

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