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Complexo, Hospital

Diretora executiva do Pequeno Príncipe recebe Comenda Prêmio Valores Familiares

Ety Cristina Forte Carneiro foi reconhecida pelo seu trabalho em favor das famílias

dsc_4278Por conta das inúmeras ações prestadas em proteção à família, a diretora executiva do Hospital Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro, foi homenageada com a Comenda Prêmio Valores Familiares, nessa sexta-feira, dia 23. O evento, promovido pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, reuniu pessoas preocupadas com os direitos das crianças e dos adolescentes.

Para o presidente e conselheiro da igreja, Fatios Mavromatis, é um privilégio e uma honra contar com o apoio de instituições que lutam para reforçar a unidade familiar. “Cada um de nós pode fazer a diferença na vida de quem precisa e é muito bom dispor de organizações que auxiliam para isso. Precisamos passar esses valores de geração em geração”, defendeu.

Muitos desafios são enfrentados diariamente por quem trabalha em prol da vida. Para essas pessoas, o também presidente Rodnei Jaime Paz deixou uma mensagem: “Não vos canseis de fazer o bem. É preciso ter fé e não desistir. A família é a unidade fundamental da sociedade.”

Além do Hospital Pequeno Príncipe, o Projeto Dindo, da Associação JusCidadania, foi homenageado. A instituição promove o apadrinhamento afetivo de crianças que foram afastadas dos pais.

Pequeno Príncipe na luta pelo direito à vida

Há 96 anos, o Hospital luta em defesa da vida de milhares de crianças e adolescentes. A instituição destina 70% da sua capacidade ao Sistema Único de Saúde (SUS). As dificuldades enfrentadas, porém, são muitas. “Nós vivemos em um cenário de subfinanciamento da saúde e não valorização da pesquisa. Mas nunca podemos perder a capacidade de sonhar sem limites. O não, para nós, é só um desafio a ser superado”, destacou a diretora.

Além de promover a saúde, o Pequeno Príncipe também possibilita aos pacientes em tratamento na instituição educação, cultura e convivência familiar. “A nossa sociedade está estruturada em núcleos familiares. Todas as crianças têm o mesmo direito de nascer, crescer, pertencer e transformar”, completou.

 

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