Dia Mundial de Combate e Prevenção à Hanseníase: especialista do Pequeno Príncipe esclarece dúvidas sobre a doença - Complexo Pequeno Príncipe

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Dia Mundial de Combate e Prevenção à Hanseníase: especialista do Pequeno Príncipe esclarece dúvidas sobre a doença

Em vídeo, a dermatologista pediátrica Priscila Rebellato fala sobre o problema, sintomas e traz outras orientações fundamentais

O Brasil concentra mais de 90% dos casos de hanseníase da América Latina, sendo o segundo país no mundo com a maior incidência da doença – ficando atrás apenas da Índia. Os dados, da Organização Mundial da Saúde e divulgados pela ONG alemã Dahw Brasil, que presta assistência a pessoas diagnosticadas com a enfermidade há mais de seis décadas e com atuação em 21 países, reforçam a importância de trazer o assunto à tona.

Neste 27 de janeiro, Dia Mundial de Combate e Prevenção à Hanseníase, é fundamental compreender particularidades sobre o problema. “Além de ser uma doença que muitas vezes é silenciosa, que a gente não percebe, é importante lembrar que ela tem cura”, comenta a dermatologista pediátrica do Hospital Pequeno Príncipe, Priscila Rebellato.

Janeiro Roxo Janeiro é o mês dedicado à conscientização sobre a hanseníase, uma doença infecciosa e contagiosa causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, que provoca manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na pele. Por ano, são registrados perto de 30 mil casos em todo país. Cerca de 6% deles acometem crianças e adolescentes, somando aproximadamente 2 mil pacientes. Destes, 7% são diagnosticados com alguma sequela relacionada à doença.

* Confira o vídeo especial com a médica Priscila Rebellato, que traz informações imprescindíveis sobre a hanseníase:

 

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