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Dia Mundial da Sepse: profissionais da saúde são fundamentais na detecção precoce

Estima-se que, a cada segundo, uma pessoa morre no mundo por sepse e que anualmente no Brasil ocorram 230 mil óbitos em decorrência do problema

O Hospital Pequeno Príncipe faz um alerta importante neste Dia Mundial da Sepse. O Brasil tem uma das mais altas taxas de mortalidade do mundo provocada por essa condição grave, que evolui rapidamente e pode levar o paciente à morte

Neste 13 de setembro, a instituição reforça ainda a importância dos profissionais de saúde na detecção precoce e conduta adequada em relação a esta infecção. De acordo com o Instituto Latino-Americano de Sepse (ILAS), todo ano são registrados de 15 a 17 milhões de novos casos de sepse em todo o mundo.

Estima-se que, em território brasileiro,  400 mil novos casos são diagnosticados por ano, com cerca de 230 mil óbitos. O problema se  caracteriza por um conjunto de sinais e sintomas provocados por infecção generalizada que pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos.

O tratamento, quando iniciado na primeira hora do diagnóstico médico, pode salvar vidas. Para isso, os profissionais de saúde devem ficar atentos quando o paciente apresentar os seguintes sinais:

– Temperatura acima de 38°C (febre).

– Temperatura abaixo de 36°C (hipotermia).

– Aceleração dos batimentos cardíacos.

– Aceleração da frequência respiratória.

– Fraqueza intensa.

– Falta de ar.

– Vômitos.

– Diminuição da quantidade de urina.

– Queda da pressão arterial.

– Alterações da consciência com sonolência, agitação ou confusão mental.

 

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