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Dia do Voluntário Paranaense: conheça histórias inspiradoras

No ano do seu centenário, o Hospital Pequeno Príncipe presta uma justa homenagem a todos os voluntários que – com seu carinho e dedicação – fazem a diferença em prol da saúde infantojuvenil

Maria Gorete de Matos Provenzano é voluntária no Pequeno Príncipe há 25 anos.

O Hospital Pequeno Príncipe é construído – diariamente – por mãos voluntárias. A união de cidadãos e empresas socialmente responsáveis foi fundamental para o êxito dessa história centenária pautada no cuidado e atenção às crianças e adolescentes de todo Brasil.

Neste 27 de setembro, Dia do Voluntário Paranaense, destacamos a importância dessas centenas de pessoas que procuram o Pequeno Príncipe para doar amor, tempo e talento. Há mais de 20 anos, por exemplo, a instituição conta com a contribuição de senhoras voluntárias que se reúnem todas as terças-feiras na Oficina de Trabalhos Manuais para confeccionar peças  em tricô e crochê. Os produtos, com destaque para toalhas, panos de prato e mantas, são vendidos em dois bazares anuais e a renda é destinada integralmente para o Hospital.

Parte das voluntárias da Oficina de Trabalhos Manuais.

Maria Gorete de Matos Provenzano participa da Oficina de Trabalhos Manuais e faz recreações com pacientes no Pequeno Príncipe há 25 anos. “Iniciei no voluntariado porque meu filho teve um problema de saúde quando tinha 12 anos e eu fiz uma promessa para Nossa Senhora Aparecida: se ele se recuperasse e ficasse bem, eu faria trabalho voluntário em hospitais”, conta.

Para Maria Gorete não era uma tarefa fácil entrar em hospitais, mas após a recuperação de seu filho ela escolheu o Pequeno Príncipe para cumprir sua promessa. “Desde que iniciei no voluntariado minha vida mudou em muitas coisas. Aprendi a valorizar muito mais a vida e as pessoas, assim como o carinho, amor e respeito também passaram a ter muito mais valor”, relatou.

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Conheça mais histórias voluntárias que fazem parte da trajetória centenária do Hospital Pequeno Príncipe:

  • Dayse Paula Moretti de Souza – Há 19 anos, foi convidada, durante uma caminhada no parque, a participar voluntariamente da Oficina de Trabalhos Manuais do Pequeno Príncipe. Para ela, o sentimento de fazer trabalho voluntário no Pequeno Príncipe é de gratidão. “O voluntariado nos faz doar e faz com que façamos bem para nós mesmos, porque você conhece novas pessoas e ajudar a quem precisa é muito gratificante”, afirmou.

  • Ingrassulina Sonza Alberti – Há 18 anos, todas as quintas-feiras, dedica seu tempo livre e amor nas brinquedotecas do Pequeno Príncipe. A aposentada, que sempre teve vontade de ser voluntária em uma instituição que atende crianças e adolescentes, conta que se tornou uma pessoa melhor desde que iniciou as atividades no Hospital. “Aqui dentro a realidade é muito diferente, e você vê o quanto é difícil para o paciente e seus familiares estarem aqui há tanto tempo. Então você passa a ter um olhar diferente sobre a vida”, falou.

  • Juliana Ohno – É voluntária do Pequeno Príncipe há 10 anos. “A partir do momento que você vê uma criança em tratamento e consegue levar um brinquedo para ver o seu sorriso , não tem preço, muda o nosso dia completamente. Eu espero que o Pequeno Príncipe continue com esse trabalho maravilhoso, porque sabemos que não é fácil, mas eu só ouço depoimentos de gratidão das famílias, porque o trabalho que todas as equipes de assistência realizam é muito especial”, destacou.

  • Lia Suzana Luhm Freudenberg – Iniciou no trabalho voluntário há 23 anos, quando seus filhos atingiram a idade adulta. Desde então, dedica tempo e amor para crianças e adolescentes de todo o país que estão em tratamento na instituição, o que lhe traz muito aprendizado. “Ser voluntário significa doação, mas nós mais recebemos do que doamos. Inclusive, comecei a enxergar a vida de modo diferente e dando valor a pequenas coisas”, concluiu.

  • Lizete Pimenta – Era professora do ensino fundamental e sempre trabalhou com crianças, motivo pelo qual escolheu o Pequeno Príncipe para realizar trabalho voluntário. Para ela, que já está há 10 anos na instituição, desenvolver esta atividade é transformador. “Eu passei a olhar para as pessoas de uma outra maneira, de forma mais empática e sensível, respeitando mais. Para mim, ser voluntário significa doar-se e toda pessoa que possui um tempo livre deveria fazer voluntariado”, destacou.

  • Lucia de Fátima Padrão Martins – Sempre teve vontade de realizar trabalho voluntário e, após passar por outras ONGs, chegou ao maior hospital pediátrico do Brasil. “Há 12 anos eu me encontrei no Pequeno Príncipe e passei a adorar tudo o que tem aqui. Há uma troca de energia muito boa, pois muitas vezes chego chateada por algum motivo e saio com uma grande alegria. Eu realmente estou no lugar certo todas as terças-feiras”, contou.

  • Marlete Bruschi Natal – Escolheu o Hospital Pequeno Príncipe para fazer voluntariado há 11 anos com o intuito de trazer carinho, apoio e afeto para os pacientes e familiares que estão na instituição. “Quando estou aqui, eu recebo tudo o que é de bom. O Pequeno Príncipe é um lugar maravilhoso que acolhe crianças que vem de longe e que precisam de muito apoio”, ressaltou.

  • Rosicler Stevan – Há quase 14 anos, iniciou no voluntariado do Pequeno Príncipe. Após passar por momentos difíceis em sua vida, procurou o Hospital para fazer trabalho voluntário e ensinar, mas foi ela quem acabou aprendendo. “Eu aprendi muitas coisas aqui, principalmente a ter mais bondade, humildade, sinceridade e até mesmo sobre a inteligência das crianças, porque elas são muito sinceras e verdadeiras. Cada dia que a gente vem para cá é uma surpresa e uma superação diferente!”, relatou.

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